## Caiado dispara contra Lewandowski: “Governo parceiro do crime”
Governador de Goiás critica medida do Ministério da Justiça e afirma que medida ameaça repasses de fundos federais aos estados
1. **Resumo dos fatos principais**: O governador de Goiás, Ronaldo Caiado, criticou duramente uma medida do Ministério da Justiça, liderado por Ricardo Lewandowski, afirmando que o governo federal é “parceiro do crime” por adotar políticas que, segundo ele, ameaçam os repasses de fundos federais aos estados. Caiado argumenta que a medida compromete a segurança pública e a autonomia financeira dos estados.
2. **Atores/pessoas envolvidas**: Ronaldo Caiado (governador de Goiás) e Ricardo Lewandowski (ministro da Justiça e Segurança Pública).
3. **Contexto histórico relevante**: Ronaldo Caiado, conhecido por posições conservadoras e críticas ao governo federal, já teve embates anteriores com a gestão de Lula em temas como segurança pública e distribuição de recursos.
4. **Impacto potencial**: A tensão entre o governo de Goiás e o Ministério da Justiça pode dificultar a cooperação em políticas de segurança pública e a distribuição de recursos federais aos estados.
## ANÁLISE COMPLEMENTAR
A portaria do Ministério da Justiça vincula verbas do **Fundo Nacional de Segurança Pública**, **FUNPEN** e emendas ao cumprimento de novas diretrizes federais sobre uso da força e gestão da segurança, o que levou Caiado a falar em “truculência” e “violação do pacto federativo”.[1][3]
1. **Dados/estatísticas**
– Fundos como FNSP e FUNPEN somam bilhões anuais e são decisivos para custear policiais civis, militares e penais nos estados.[3]
– A medida afeta diretamente o planejamento orçamentário da segurança para **2026** nos entes que não aderirem às normas.[3]
2. **Perspectivas diferentes**
– **Caiado e governadores críticos**: veem usurpação de competências estaduais e pressão política via dinheiro federal.[1][2][3]
– **Governo federal**: defende padronização para integrar dados e fortalecer o combate nacional ao crime organizado.[3][4]
3. **Próximos passos**
– Estados avaliam reação jurídica e política, inclusive questionamentos no STF.[3]
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