## Relator da Dosimetria, Paulinho da Força diz que Lula “rasgou a
247 – O veto integral do presidente Luiz Inácio Lula da Silva ao projeto que altera a dosimetria das penas para condenados pelos atos golpistas de 8 de janeiro provocou reação imediata no Congresso Na
1. **Resumo dos fatos principais**: O presidente Luiz Inácio Lula da Silva vetou integralmente o projeto de lei que alterava a dosimetria das penas para os condenados pelos atos golpistas de 8 de janeiro, gerando forte reação no Congresso Nacional. Paulinho da Força, relator da dosimetria, criticou a decisão, afirmando que Lula “rasgou” o projeto, o que intensificou o debate político sobre o tema.
2. **Atores/pessoas envolvidas**: Luiz Inácio Lula da Silva (presidente), Paulinho da Força (deputado e relator da dosimetria), e parlamentares do Congresso Nacional.
3. **Contexto histórico relevante**: Os atos golpistas de 8 de janeiro de 2023 referem-se às invasões e depredações de prédios públicos em Brasília por apoiadores do ex-presidente Jair Bolsonaro, contestando o resultado das eleições de 2022.
4. **Impacto potencial**: O veto pode ampliar tensões entre o Executivo e o Legislativo, dificultando a tramitação de outros projetos e acirrando o debate sobre a punição aos envolvidos nos atos de 8 de janeiro.
## ANÁLISE COMPLEMENTAR
O veto integral de Lula ao PL da Dosimetria (PL 2.162/23) gerou reações imediatas no Congresso[1]. O projeto, aprovado em dezembro de 2025[5], previa redução de penas para condenados pelos atos golpistas de 8 de janeiro de 2023, beneficiando principalmente o ex-presidente Bolsonaro e outros envolvidos na trama golpista[2].
**Perspectivas diferentes:**
Lula justificou o veto argumentando que a medida fragilizaria a responsabilização pelos atos golpistas, destacando que os condenados tiveram “amplo direito de defesa” e foram “julgados com transparência e imparcialidade”[3]. O presidente elogiou a atuação do STF, afirmando que a Corte conduziu os processos “com rigor jurídico e independência”[1].
Por outro lado, o senador Esperidião Amin, relator do projeto no Senado, protocolou imediatamente o PL da Anistia, argumentando que o objetivo seria “pacificar o país e corrigir as injustiças desmedidas dos julgamentos”[6].
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