## Lula e o ano da verdade: decisão estratégico
O sistema internacional entrou em uma fase que já não pode ser descrita como crise passageira, transição controlada ou simples rearranjo de poder. O que se observa, com crescente nitidez, é o colapso
1. **Resumo dos fatos principais**: O presidente Luiz Inácio Lula da Silva enfrenta um momento crucial em 2023, descrito como “o ano da verdade”, onde decisões estratégicas serão determinantes para o Brasil em meio a um sistema internacional em colapso. Este cenário global, que não é mais apenas uma crise passageira ou transição controlada, exige posicionamentos claros e ações assertivas do governo brasileiro para lidar com os desafios de um mundo em transformação.
2. **Atores/pessoas envolvidas**: Luiz Inácio Lula da Silva (presidente do Brasil), membros do governo brasileiro, e líderes internacionais que interagem no contexto global em crise.
3. **Contexto histórico relevante**: Lula retorna à presidência em 2023 após um período de polarização política no Brasil e em um momento de instabilidade global intensificada por conflitos como a guerra na Ucrânia e tensões entre potências como EUA e China.
4. **Impacto potencial**: As decisões estratégicas de Lula podem definir o papel do Brasil no cenário internacional, influenciando sua economia, diplomacia e posição em blocos globais em um momento de incerteza mundial.
## ANÁLISE COMPLEMENTAR
Lula entra em **2026** com margens externas estreitas e cobrança interna crescente por emprego, renda e redução de desigualdades em meio a uma **crise internacional permanente**, não mais episódica.[1]
**1. Dados/estatísticas**
– FMI projeta crescimento global de **3,1% em 2026**, com China desacelerando a 4,6% e EUA a 2,1%.[3]
– Para o Brasil, a projeção é de apenas **1,9% em 2026**, abaixo da média mundial.[3]
– A dívida pública brasileira pode chegar a **83,8% do PIB em 2026**, segundo o UBS.[6]
– A ONU projeta corte de **15% no orçamento de 2026**, com possível demissão de 20% da força de trabalho.[2]
**2. Perspectivas diferentes**
– Visão pessimista: “crise como método” e fragmentação geopolítica reduzem espaço para estratégia autônoma.[1][4]
– Visão de oportunidade: reconfiguração de cadeias produtivas e “friend-shoring” podem favorecer o Brasil como fornecedor confiável de energia, alimentos e minerais.