## Órgãos regulatórios chineses vão avaliar compra da Manus pela Meta, diz site
A aquisição da startup de inteligência artificial (IA) Manus pela Meta, avaliada em cerca de US$ 2 bilhões (cerca de R$ 10,7 bilhões), entrou na mira das autoridades de Pequim. De acordo com informações do jornal Financial Times nesta quarta-feira (7), o governo chinês iniciou uma revisão para determinar se o negócio viola regras de segurança nacional ou de controle de exportação de tecnologia.
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CES 2026: IA vai além da tecnologia e vira a ‘espinha dorsal’ da inovação O Ministério do Comércio da China avalia se a transferência da tecnologia e dos funcionários da Manus para Singapura, e também a venda para a empresa de Mark Zuckerberg, exigiria uma licença de exportação conforme legislação local.
A Manus transferiu sua sede para Singapura recentemente, mas, suas origens são na China. A tecnologia por trás da plataforma foi desenvolvida, em parte, por uma empresa “irmã” registrada em Pequim, e seus fundadores são chine
1. **Resumo dos fatos principais**: A aquisição da startup de inteligência artificial Manus pela Meta, avaliada em US$ 2 bilhões, está sendo analisada por órgãos regulatórios chineses devido a possíveis violações de segurança nacional e controle de exportação de tecnologia. O Ministério do Comércio da China investiga se a transferência da tecnologia e dos funcionários da Manus para Singapura, além da venda para a Meta, exige uma licença de exportação. A Manus, de origem chinesa, mudou recentemente sua sede para Singapura, mas parte de sua tecnologia foi desenvolvida por uma empresa associada em Pequim.
2. **Atores/pessoas envolvidas**:
– Meta (empresa compradora, liderada por Mark Zuckerberg)
– Manus (startup de IA, de origem chinesa com sede em Singapura)
– Ministério do Comércio da China (órgão regulatório)
– Fundadores da Manus (de nacionalidade chinesa, não identificados nominalmente)
3. **Contexto histórico relevante**: A China tem intensificado a fiscalização sobre exportação de tecnologias sensíveis, especialmente em setores como inteligência artificial, devido a preocupações com segurança nacional.
4. **Impacto potencial**: A revisão pode atrasar ou até bloquear a aquisição, impactando os planos de expansão da Meta no setor de IA e as relações comerciais entre empresas ocidentais e chinesas.
## ANÁLISE COMPLEMENTAR
A compra da **Manus pela Meta**, estimada entre **US$ 2 bilhões e US$ 3 bilhões**, é um dos maiores negócios recentes envolvendo uma startup de IA com origens chinesas e uma big tech dos EUA.[2]
O Ministério do Comércio chinês confirmou que vai **“avaliar e investigar”** se a operação cumpre leis de **exportação de tecnologia, transferência de dados e investimento externo**, inclusive quanto à necessidade de licença de exportação.[2][3]
Há pelo menos três perspectivas em jogo:
– **Pequim** vê o caso como teste de seus controles sobre tecnologias sensíveis e sobre empresas que mudam sede para lugares como Singapura para escapar de supervisão.[1][3]
– **Estados Unidos/mercado** interpretam o negócio como sinal de que o ecossistema de IA americano é hoje mais atrativo para talentos e capital chineses.[1]
– **Analistas de segurança** apontam o episódio como mais um capítulo da “fratura tecnológica” China–EUA no setor de IA.[1]
Próximos passos esperados:
– Conclusão da **revisão preliminar**, que pode ou nã