## INTRODUÇÃO
Brasil retoma protagonismo ambiental e climático com redução histórica do desmatamento e nova governança. Estar do lado do povo brasileiro também é estar do lado do território que nos sustenta. Nos últimos três anos, o Governo do Brasil e o Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima transformaram essa visão em realidade, com queda de 11,08% no desmatamento da Amazônia entre agosto de 2024 e julho de 2025, atingindo 5.796 km² – a terceira menor taxa desde 1988.[1][2][4] Apesar de incêndios recordes e secas severas, o país acumula 50% de redução em relação a 2022, reforçando a liderança global às vésperas da COP30 em Belém.[1][6]
## DESENVOLVIMENTO
Entre 2019 e 2022, sob o governo anterior, o desmatamento na Amazônia disparou, alcançando picos como 13.038 km² em 2021, o maior em 15 anos, gerando críticas internacionais e perda de credibilidade climática.[1][6] Desde 2023, com o governo Lula, a tendência inverteu: terceiro ano consecutivo de queda na Amazônia e segundo no Cerrado (redução de 11,49%, com 7,2 mil km² perdidos, menor em cinco anos).[3][4] Marina Silva, ministra do Meio Ambiente, destaca que isso confirma a agenda ambiental como prioridade transversal, evitando 733,9 milhões de toneladas de CO2e desde 2022 – equivalente às emissões anuais de Espanha e França somadas.[2][4]
Medidas chave incluem retomada do PPCDAm e PPCerrado, Comissão Interministerial de Prevenção e Controle de Queimadas, e aceleração do Fundo Amazônia, com R$ 3,642 bilhões investidos e doadores ampliados de dois para oito países, como Noruega e EUA.[2][4][5] Fiscalização reforçada e acordos internacionais impulsionam o “novo modelo econômico da floresta em pé”, combinando proteção com produção agrícola crescente.[3][5]
## ANÁLISE
Essa redução histórica significa o resgate da liderança brasileira na agenda climática, provando viabilidade de zerar o desmatamento até 2030 mesmo em condições adversas como secas e incêndios.[1][7] Fortalece negociações na COP30, atrai investimentos sustentáveis e beneficia comunidades locais, alinhando desenvolvimento econômico à preservação – como na Moratória da Soja, que reduziu pegada ambiental sem frear exportações.[4][5] No entanto, persistem desafios como degradação progressiva (corte seletivo e queimadas), demandando continuidade.[6]
## CONCLUSÃO
O Brasil consolida redução de 50% no desmatamento amazônico desde 2022, com governança renovada e resultados concretos.[2][7] Perspectivas incluem liderança na COP30 e cumprimento da meta zero desmatamento até 2030, unindo povo, território e clima em prol de um futuro sustentável.[1][3]
## ANÁLISE COMPLEMENTAR
## Dados e Estatísticas
O desmatamento na Amazônia atingiu **5.796 km² entre agosto de 2024 e julho de 2025**, representando uma **queda de 11,08%** — a menor taxa em 11 anos e a terceira menor desde 1988[1][2]. Em comparação com 2022, a redução chega a **50%**[6]. No Cerrado, a redução foi de **11,49%, com 7.235,27 km²** desmatados, o menor índice em cinco anos[3].
## Fatores de Sucesso
A retomada de políticas ambientais sob o governo Lula foi decisiva[5]. Destaca-se a reativação do PPCDAm (Plano de Prevenção e Controle do Desmatamento na Amazônia), paralisado entre 2018-2022, responsável pela redução de mais de 4 gigatoneladas de emissões de CO2[3]. Municípios engajados no programa federal apresentaram queda de **65,5%** em desmatamento, impulsionados por R$ 800 milhões em investimentos[1].
## Perspectivas e Desaf