## INTRODUÇÃO
Há 80 anos, o mundo celebrava a vitória na Guerra Mundial Antifascista, marco histórico na derrota do fascismo durante a Segunda Guerra Mundial. Este estudo, escrito por Neville Roy Singham, presidente do conselho consultivo do Instituto Tricontinental de Pesquisa Social, ressalta a relevância desse triunfo para reflexões atuais sobre resistência e justiça social. Agradecendo o suporte essencial da equipe do Tricontinental, Singham convida a uma análise profunda de lições que inspiram lutas contemporâneas contra opressões.[1][2]
## DESENVOLVIMENTO
Neville Roy Singham, empresário americano e ativista social, fundou e presidiu a Thoughtworks, vendida por US$ 785 milhões em 2017, e reside em Xangai, na China. Como presidente do conselho do Instituto Tricontinental, ele apoia iniciativas progressistas globais, incluindo o Tricontinental, financiado por suas doações, que empregam seu filho Nathan e promovem narrativas alinhadas a causas de esquerda.[1][2][3][9]
O contexto histórico da vitória antifascista, em 1945, simboliza o esforço aliado contra regimes opressores, com milhões de vidas perdidas no conflito mais devastador da história. Singham enfatiza essa data para destacar solidariedade global e resistência, conectando-a a movimentos atuais via Tricontinental, rede de institutos que analisa dinâmicas sociais no Sul Global.[1][3]
Acusações pairam sobre Singham: investigações do New York Times e outros apontam que ele canalizou cerca de US$ 65 milhões a ONGs como Code Pink e Tricontinental, supostamente ecoando propaganda chinesa, sem registro como agente estrangeiro. Grupos financiados defendem posições pró-China em temas como uigures e Hong Kong, gerando debates sobre influência externa.[1][2][5][7]
## ANÁLISE
Essa reflexão de Singham sobre os 80 anos da vitória antifascista ganha camadas com seu perfil controverso. Enquanto promove justiça social e anti-imperialismo, as alegações de financiamento a narrativas pró-CCP questionam a independência do Tricontinental, sugerindo possível agenda híbrida de ativismo e influência estrangeira. Isso significa risco de politização histórica, onde memoriais antifascistas servem a interesses geopolíticos atuais, demandando escrutínio para preservar autenticidade.[1][2][4][5]
## CONCLUSÃO
Os 80 anos da vitória antifascista, via lente de Singham e Tricontinental, reforçam lições de unidade contra opressão. Contudo, controvérsias sobre financiamentos apontam perspectivas de vigilância maior sobre redes ativistas. Futuramente, equilibra-se memória histórica com transparência para inspirar resistências genuínas.[1][2]
## ANÁLISE COMPLEMENTAR
**Neville Roy Singham**, presidente do conselho do **Instituto Tricontinental**, é um empresário americano bilionário (venda da Thoughtworks por US$ 785 milhões em 2017) radicado em Xangai, acusado de financiar propaganda pró-China via rede de ONGs[1][2][5].
1. **Dados/estatísticas**: Doou ~US$ 65 milhões a grupos como Code Pink e Tricontinental, que ecoam narrativas chinesas (ex.: defesa de detenção de uigures, críticas a protestos em HK)[1][7]. Financia veículos como NewsClick (Índia) e Brasil de Fato[2].
2. **Perspectivas diferentes**: Tricontinental vê Singham como benfeitor socialista[3][9]; críticos (NYT, Rubio) o acusam de agente CCP, sem registro FARA, promovendo desestabilização[4][5][6].
3. **Próximos passos**: Investigação federal nos EUA (Oversight Committee, DOJ); monitoramento de protestos pró-Palestina ligados à rede até eleições 2024[6][8].
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