## INTRODUÇÃO
O Ibovespa fechou o primeiro pregão de 2024 em baixa, aos 132.697 pontos, com queda de 1,11%, após abrir em alta e virar para correção. O movimento reflete cautela dos investidores em meio a dados econômicos mistos no exterior e preocupações fiscais domésticas, com destaque para o setor de frigoríficos, que pesou no índice[2][4].
## DESENVOLVIMENTO
Após iniciar o dia em território positivo, o principal índice da B3 reverteu a tendência no primeiro dia útil do ano, em 2 de janeiro. Investidores repercutiram o Boletim Focus, com projeções econômicas, além de indicadores como o PMI industrial dos EUA, que caiu para 47,9 em dezembro, sinalizando contração[2]. No exterior, PMIs da zona do euro mostraram leve melhora, mas abaixo de 50 pontos, enquanto tensões no Mar Vermelho elevaram o petróleo[2].
Poucas ações escaparam do vermelho: apenas oito empresas do Ibovespa fecharam em alta, com Petrobras liderando os ganhos. Analistas apontam receio fiscal no Brasil, questionando a meta de déficit zero, após forte alta anterior que demandou correção[2][4]. O setor de frigoríficos registrou perdas expressivas, contribuindo para o peso negativo do índice, em linha com volatilidade histórica pós-recesso de fim de ano[5].
O dólar comercial avançou para R$ 4,92, refletindo pressão externa e intervenções do Banco Central no fim de 2024[4][5].
## ANÁLISE
Essa queda inicial sinaliza cautela no mercado brasileiro, influenciada por incertezas fiscais domésticas e dados globais fracos, como PMIs contraídos. Representa uma correção natural após altas recentes, mas pode indicar menor confiança no início do ano, com frigoríficos exemplificando vulnerabilidades setoriais a commodities e exportações[2][4]. Se persistir, afeta alocações de investidores institucionais.
## CONCLUSÃO
O Ibovespa inicia 2024 com baixa de 1,11%, aos 132.697 pontos, puxado por correção e preocupações fiscais. Perspectivas dependem de atas do Fed e Copom, com potencial para recuperação se dados melhorarem[2].
## ANÁLISE COMPLEMENTAR
**Ibovespa** fechou o primeiro pregão de 2026 (2/01) em **queda de 0,36%**, aos **160.538 pontos**, após abertura em alta; **dólar** a **R$ 5,42** (-1,16%).[1][2][3]
**Dados relevantes:** Frigoríficos lideraram baixas com **Minerva (BEEF3 -6,7%)** e **MBRF (MBRF3 -1,7%)**, devido a restrições chinesas à carne bovina; Petrobras (PETR3/4: -0,83%/-0,36%) pressionou por queda do petróleo. Volume: R$ 18,4 bi (acima de dias recentes, abaixo da média).[1][2][3][5] EUA: S&P 500 +0,19%; Nasdaq -0,03%.[1][2]
**Perspectivas:** Puxada por small caps e setor externo; real foi moeda top vs. dólar. Ibovespa valorizou 34% em 2025 (melhor desde 2016).[2][3]
**Próximos passos:** BTG espera alta inicial em 2026 por corte de juros no Brasil/EUA; índice já superou