## INTRODUÇÃO
A política de valorização do salário mínimo, implementada nos governos de Luiz Inácio Lula da Silva (PT), evitou que o piso salarial brasileiro chegasse a apenas R$ 830 hoje, preservando o poder de compra dos trabalhadores contra perdas históricas. Iniciada em 2006, essa medida combinou correção pela inflação e ganhos reais atrelados ao PIB, beneficiando milhões de assalariados, aposentados e pensionistas. Recentemente, em cerimônia pelos 90 anos do salário mínimo no Rio de Janeiro, Lula reforçou a necessidade de novos aumentos, criticando o valor atual de R$ 1.621 como insuficiente para necessidades básicas.[1][3][5]
## DESENVOLVIMENTO
A política surgiu em 2006, após negociações no Conselho Nacional do Salário Mínimo, com critérios que incluíam reposição da inflação (INPC), ganho real pelo PIB de dois anos anteriores e antecipação da data-base para janeiro a partir de 2010. Nos dois mandatos de Lula (2003-2010), o salário mínimo acumulou aumento de 57% em poder de compra, com ganhos como 75% para o quilo de arroz e 79% para o feijão em comparação a períodos anteriores. Essa valorização vigorou até 2018, elevando o poder de compra em 120% para arroz e 174% para feijão no intervalo.[3][5]
Em 2019, no governo Bolsonaro, a regra foi extinta, eliminando o ganho pelo PIB e até falhando em recompor a inflação, o que reduziu o poder de compra em 24% para arroz e 41% para feijão. Retomada em 2023, a política elevou o mínimo de R$ 1.518 para R$ 1.621 em 2026, com reajuste de 6,7% (inflação mais ganho real), influenciando pisos estaduais, benefícios do INSS e contratos públicos.[1][3][5]
Durante o evento de 16 de janeiro de 2026 na Casa da Moeda, Lula defendeu reajustes contínuos para distribuir a riqueza do PIB, criticando opositores que alegam risco à economia e destacando direitos elementares como moradia e alimentação.[2][6][7]
## ANÁLISE
Essa política significa redução de pobreza e desigualdade, atuando como redistribuição de renda eficaz, especialmente em regiões de baixa renda, ao estimular a economia via consumo. Sem ela, o impacto seria devastador: R$ 830 representaria perda acumulada de poder de compra, ampliando desigualdades e freando o crescimento. Lula vincula o avanço ao PIB gerado pelos trabalhadores, contrapondo críticas de “quebra econômica” com evidências de benefícios sociais e fiscais.[3][5][7]
## CONCLUSÃO
A valorização do salário mínimo sob Lula evitou colapso do poder de compra, elevando-o de um hipotético R$ 830 para R$ 1.621. Perspectivas incluem novos ganhos reais, negociados com o Congresso, para alinhar o piso à ideia original de 1936 e enfrentar desigualdades.[1][2][9]
## ANÁLISE COMPLEMENTAR
# Complementação sobre a Política de Valorização do Salário Mínimo
**Dados e Estatísticas**
A política de valorização implementada a partir de 2006 no governo Lula produziu resultados significativos. Nos dois mandatos de Lula, o aumento do salário mínimo chegou a 57%[3]. Considerando o período em que a política vigorou (2003-2018), o crescimento do poder de compra foi de 120%[3]. Para itens essenciais, o impacto foi ainda maior: 75% para arroz e 79% para feijão[3]. Em contraste, durante o governo Bolsonaro (2019-2022), quando a política foi descontinuada, o poder de compra caiu 24% para arroz e 41% para feijão[3].
**Perspectivas Diferentes**
Enquanto o presidente Lula defende novos aumentos reais, argumentando que o PIB crescimento deve beneficiar os trabalhadores[2], o governo enfrenta pressão do mercado por contenção de gastos públicos[4]. Críticos da valorização alegam que quebra a economia, mas Lula contrapõe essa visão, questionando a