## INTRODUÇÃO
O ano político europeu de 2026 começa sob fortes tensões geopolíticas, com a **Groenlândia** no epicentro após o presidente dos EUA, **Donald Trump**, reafirmar a intenção de assumir o controle da ilha “de um jeito ou de outro”. De declarações beligerantes a bordo do Air Force One a ameaças de tarifas contra opositores, Washington vê a região como vital para segurança nacional, alertas antimísseis e recursos árticos, desafiando a soberania dinamarquesa e a coesão da Otan. Nove datas cruciais, da Gronelândia à Hungria, testarão alianças e disputas antigas.[1][2][4]
## DESENVOLVIMENTO
Trump justificou o interesse pela Gronelândia como essencial para o **Domo de Ouro**, escudo antimísseis contra ameaças russas e chinesas, além de reservas de minerais raros e petróleo. Em 11 de janeiro, ele afirmou preferir um acordo com a Dinamarca, mas considerou inevitável o controle americano, com estudos internos para compra ou até ação militar. O enviado Jeff Landry anunciou visita em março e garantiu negociações com Marco Rubio e J.D. Vance, apesar de líderes groenlandeses e dinamarqueses reiterarem que a ilha “não está à venda”.[1][2][4]
A resistência europeia intensificou: França, Alemanha e Dinamarca enviam tropas para reforçar a presença na Otan, enquanto Trump ameaça tarifas a aliados que se oponham, elevando o impasse diplomático. Reuniões na Casa Branca foram inconclusivas, com “desacordo fundamental” sobre soberania. Esse contexto histórico remete à Segunda Guerra, quando a Gronelândia ganhou bases americanas, agora amplificadas por rivalidades no Ártico.[3][5]
Outras datas pendentes, como eventos na Hungria, sinalizam testes à unidade europeia, mesclando velhas disputas internas a pressões externas dos EUA.[1]
## ANÁLISE
Esses eventos sinalizam uma redefinição de alianças transatlânticas, com Trump priorizando interesses americanos sobre laços Otan, podendo fragmentar a Europa entre apoiadores e resistentes. A Gronelândia emerge como pivô para controle ártico, recursos estratégicos e superioridade militar, expondo vulnerabilidades da Dinamarca e testando a credibilidade da Otan ante ameaças tarifárias e militares. Para a UE, o risco é maior dependência energética e perda de autonomia geopolítica.[2][3][4]
## CONCLUSÃO
Em resumo, as nove datas de 2026, ancoradas na crise da Gronelândia, prometem testar a resiliência europeia ante ambições trumpistas. Perspectivas incluem escalada diplomática ou acordos forçados, redefinindo o tabuleiro global no Ártico e além.[1][5]
## ANÁLISE COMPLEMENTAR
**Disputa pela Groenlândia domina agenda europeia em 2026.** EUA (Trump) insistem em controle total da ilha por razões estratégicas (Ártico, minerais raros) e temem Rússia/China; Dinamarca reforça soberania, enviando tropas a Nuuk (14/01) e recebendo aliados OTAN: Alemanha (13 soldados), França, Suécia, Noruega (exercícios 15-17/01).[1][5][6]
**Dados:** Ilha autônoma dinamarquesa, rica em terras raras; Trump: “todas opções na mesa”, sem descartar militar.[2][4]
**Perspectivas:** EUA veem como vital para OTAN (“mais formidável”); Europa/Dinamarca rejeitam (“não à venda”, risco ao tratado); Rússia critica tropas OTAN como provocação.[2][6] Groenlândia busca cooperação, mas não submissão.[4]
**Próximos:** Grupo de trabalho EUA-Dinamarca-Groenlândia (pós-reunião 14/01 com Vance/Rubio); visita de enviado US Jeff Landry em março.[2][4] Tensão pode es