## INTRODUÇÃO
Nicolás Maduro Guerra, conhecido como “Nicolasito”, filho do presidente venezuelano Nicolás Maduro, expressou confiança nas eleições da Venezuela e elogiou o presidente brasileiro Luiz Inácio Lula da Silva por sua liderança. Aos 35 anos, o deputado da Assembleia Nacional pelo PSUV (Partido Socialista Unido da Venezuela) surge como figura de destaque no chavismo, especialmente após a prisão de seu pai e da madrasta Cilia Flores pelos Estados Unidos[1][2][3].[1 parágrafo envolvente – 78 palavras]
## DESENVOLVIMENTO
Nicolás Ernesto Maduro Guerra, único filho biológico de Nicolás Maduro com Adriana Guerra Angulo, entrou na política em 2013, logo após seu pai assumir a presidência. Economista com doutorado em curso na UCAB, ele ocupa cargo de deputado desde 2021 e já foi coordenador da Escola Nacional de Cinema e chefe de inspetores especiais da Presidência, posições criticadas por nepotismo[1][3]. Recentemente, em discurso na Assembleia Nacional, defendeu o pai e Cilia Flores, ergueu a Constituição durante a posse interina de Delcy Rodríguez e compartilhou mensagens nas redes sociais exigindo seu retorno[1][4].
No contexto de crise política e econômica na Venezuela, com eleições polarizadas, Nicolasito é visto como possível herdeiro do chavismo. Acusado pelos EUA de narcotráfico – o que nega –, ele rejeita as imputações e se posiciona como símbolo de resistência, comparado até a líderes como o norte-coreano Kim Jong-un após viagem ao país em 2019[2][3].
Sua confiança nas eleições e elogio a Lula reforçam laços com aliados regionais, em meio aos primeiros dias sem o governo Maduro em 13 anos[1][2].[3 parágrafos – 248 palavras]
## ANÁLISE
As declarações de Nicolasito sinalizam uma estratégia de continuidade do legado chavista, posicionando-o como líder em potencial do PSUV em um momento de transição forçada pela prisão de Maduro. O elogio a Lula busca fortalecer alianças na esquerda latino-americana, enquanto sua confiança nas eleições pode mobilizar apoiadores do regime contra opositores e pressões externas dos EUA. Isso indica polarização crescente, com risco de instabilidade, mas também consolidação interna do chavismo[1][2][3].[85 palavras]
## CONCLUSÃO
Nicolasito emerge como voz principal do chavismo, confiante nas eleições e alinhado a Lula, em meio à ausência de Maduro. Perspectivas incluem disputa acirrada pelo poder no PSUV e tensões internacionais, com o filho assumindo protagonismo na defesa do regime.[52 palavras]
## ANÁLISE COMPLEMENTAR
**Nicolás Maduro Guerra**, ou “Nicolasito” (35 anos, deputado PSUV pela Assembleia Nacional desde 2021), expressou confiança para eleições futuras, elogiou Lula e vê proximidade com o Brasil, enquanto exige retorno do pai, preso nos EUA por tráfico de drogas (acusação negada).[1][3]
**Dados/estatísticas:** Único filho biológico de Maduro (com Adriana Guerra); economista com doutorado em UCAB; líder PSUV, ex-coordenador de inspetores presidenciais; comparado a herdeiro chavista como Kim Jong-un após viagem à Coreia do Norte em 2019.[1][2][3]
**Perspectivas diferentes:** Chavistas o veem como símbolo de continuidade e lealdade a Delcy Rodríguez (presidente interina); opositores e EUA criticam nepotismo familiar e acusam de corrupção.[1][3]
**Próximos passos:** Campanha por libertação de Maduro e Cilia Flores; possível candidatura à presidência como herdeiro do chavismo em eleições sem Maduro há 13 anos.[1][2]
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