## INTRODUÇÃO
O Brasil encerra 2025 com a **Nova Indústria Brasil (NIB)** consolidada como motor de reindustrialização, impulsionando inovação, sustentabilidade e exportações em um cenário internacional desafiador. Com R$ 643,3 bilhões do Plano Mais Produção destinados a 406 mil projetos, o programa estimulou R$ 4,7 bilhões em investimentos privados via R$ 1,7 bilhão públicos, modernizando máquinas e elevando a produtividade em 28% para 67,5 mil empresas.[1][2][4]
## DESENVOLVIMENTO
Lançada como evolução do Plano Brasil Maior, a NIB estrutura-se em seis missões – agroindústria, saúde, infraestrutura, digital, descarbonização e defesa –, com financiamentos robustos do BNDES, Finep e outros. Até o fim de 2025, o eixo Mais Inovação contratou R$ 108 bilhões (R$ 60 bilhões desembolsados), Crédito Indústria 4.0 destinou R$ 12 bilhões para novas máquinas, e o BNDES ampliou para R$ 300 bilhões seus aportes, já com R$ 205 bilhões investidos em 168 mil projetos.[1][2][3][5][6] O Brasil + Produtivo gerou 19% de ganho em eficiência energética, enquanto programas como Mover fortaleceram a cadeia automotiva e Suframa aprovou 177 projetos na Zona Franca, criando 6 mil empregos.[1][4]
No comércio exterior, exportações bateram recorde de US$ 349 bilhões, com corrente de US$ 629,1 bilhões, mitigando tarifas americanas via acordos com Singapura e EFTA. O vice-presidente Geraldo Alckmin destacou a superação de barreiras geopolíticas, elevando o Brasil à 25ª posição global na indústria.[1][2][4][6]
## ANÁLISE
A NIB significa uma política industrial madura, financiada e orientada para competitividade global, reverter desindustrialização e alinhar o Brasil a tendências como inovação e descarbonização. Seus impactos – empregos qualificados, produtividade ampliada e mercados conquistados – posicionam o país como player estratégico, mas dependem de estabilidade macroeconômica e superação de tarifas externas para sustentabilidade de longo prazo.[1][3][5][6]
## CONCLUSÃO
Em 2025, a NIB acelerou a reindustrialização com números expressivos em investimentos e exportações. Perspectivas para 2026 incluem R$ 300 bilhões do BNDES e foco em missões estratégicas, prometendo mais crescimento e soberania industrial.[4][6]
## ANÁLISE COMPLEMENTAR
**Nova Indústria Brasil (NIB)** avança em 2025 com foco em inovação, sustentabilidade e exportações, mas enfrenta estagnação industrial apesar de crescimento inicial.[4]
**Dados/estatísticas:** Indústria cresceu 1,8% jan-mai/2025 (IBGE), mas desacelerou para +0,6% em 11 meses; nov/2025 encolheu 1,2% (anual), com estabilidade (0%) mensal; acumulado 12 meses: +0,9%.[1][2][6][8] Criação de 209 mil vagas nos primeiros 5 meses.[1]
**Perspectivas diferentes:** Governo e CNI destacam NIB para competitividade e redução do Custo Brasil; críticos apontam impacto negativo de Selic em 15% e crédito caro, limitando investimentos.[4][6][7]
**Próximos passos:** Expansão via CNI em comércio exterior, educação e inovação; monitoramento de PIB (projeção Ipea: +2,4%) e ajustes monetários para dinamizar produção.[4][5]
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