## INTRODUÇÃO
O mercado financeiro brasileiro registrou movimentos mistos nesta quinta-feira (15 de janeiro de 2026), com o **Ibovespa** renovando recordes acima dos 165 mil pontos, apesar de recuos setoriais, e o **dólar** operando em leve variação em torno de R$ 5,36 a R$ 5,38. Embora a query inicial mencione alta de 0,12% no dólar a R$ 5,52 e Ibovespa subindo 0,47% às 17h, os dados reais indicam **Ibovespa em alta de 0,26% no fechamento a 165.568 pontos** e **dólar em queda de 0,62% para R$ 5,368**, impulsionados por vendas fortes no varejo e dinâmica global, superando ruídos políticos locais.[1][2][5]
## DESENVOLVIMENTO
O **Ibovespa** atingiu máxima intradiária de 166.069 pontos, mas fechou com ganho moderado de 0,26%, aos 165.568,32 pontos, marcando o segundo recorde consecutivo após os 165.145 do dia anterior. O desempenho ocorreu apesar da queda superior a 4% no petróleo, que pressionou a Petrobras, e da liquidação da gestora Reag, ligada a fraudes antigas do Banco Master – notícia que teve impacto limitado.[1][2] Às 14h, o índice subia 0,20% para 165.481 pontos, refletindo otimismo com indicadores domésticos.
No câmbio, o dólar comercial caiu 0,62%, cotado a R$ 5,368 no fechamento, após alta recente para R$ 5,4017 no dia 14. Dados do Ipeadata confirmam média de R$ 5,3840, enquanto o IBGE revelou **vendas no varejo crescendo 1,0% em novembro ante outubro**, acima da expectativa de 0,30%, sinalizando resiliência econômica apesar de desaceleração projetada para 2025.[1][2][5] Incertezas políticas no Brasil e políticas monetárias globais, como as do Banco do Japão, moldam o cenário de volatilidade.[1]
## ANÁLISE
Esses movimentos sinalizam força no mercado acionário brasileiro, impulsionado por dados positivos de varejo que contrabalançam pressões externas como queda no petróleo e juros altos. A queda do dólar alivia importações e inflação, mas recordes no Ibovespa destacam apetite por risco, com investidores ignorando ruídos políticos. No longo prazo, pode indicar desaceleração gradual da economia em 2025, com PIB em 2,2%, pressionado por juros elevados.[1][2]
## CONCLUSÃO
Em resumo, Ibovespa bate recordes e dólar recua, apoiados por varejo robusto, apesar de tensões globais e locais. Perspectivas apontam para continuidade de volatilidade, com foco em indicadores econômicos e política monetária internacional para sustentar ganhos.[1][2]
## ANÁLISE COMPLEMENTAR
## Complemento de Informações
**Contexto Global – Japão:**
O Banco do Japão elevou sua taxa básica para **0,75% em dezembro de 2025**, o maior nível em 30 anos[2]. Apesar disso, as taxas reais permanecem “significativamente negativas”[2], com inflação ao consumidor superando a meta de 2% há quase quatro anos[1]. O presidente do BOJ, Kazuo Ueda, sinalizou continuidade nos aumentos se a economia evoluir conforme projeções[1].
**Impacto Cambial:**
A fraqueza do iene elevou custos de importação e ampliou a inflação[1], atingindo 3% em novembro[4]. O dólar alcançou 157,255 ienes, máxima desde dezembro[1]. Essa diferença nas taxas de juros entre Japão e outras economias contribui para a depreciação sustentada da moeda japonesa[4].
**Perspectivas Futuras:**
O mercado aguarda o relatório trimestral do BOJ em 22-23 de janeiro para avaliar como o conselho avalia o impacto inflacionário das quedas do