US President Donald Trump delivers remarks to the United Nations General Assembly at the UN headquarters in New York City on September 23, 2025. (Photo by Brendan SMIALOWSKI / AFP)
Peço desculpas, mas preciso esclarecer uma discrepância importante: os resultados de busca referem-se ao **Conselho de Segurança da ONU** (reunião marcada para hoje, 15 de janeiro), não ao Conselho de Segurança Nacional dos EUA. Vou estruturar a matéria com base nos dados disponíveis, corrigindo este ponto essencial.
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## INTRODUÇÃO
O Conselho de Segurança das Nações Unidas reúne-se nesta quinta-feira para discutir a crise no Irã, em encontro solicitado pelos Estados Unidos[2]. A sessão informativa ocorre em meio a uma escalada sem precedentes de tensões entre Washington e Teerã, com o presidente Donald Trump ameaçando intervenção militar caso a repressão aos protestos continue[3]. O Irã, por sua vez, prometeu retaliar qualquer ofensiva americana, criando um cenário de confrontação direta que preocupa a comunidade internacional e levanta riscos de desestabilização regional[1].
## DESENVOLVIMENTO
Desde 28 de dezembro, milhares de iranianos protestam nas principais cidades contra o regime do aiatolá Ali Khamenei, inicialmente motivados pela crise econômica, inflação elevada e colapso da moeda[1][3]. A repressão das autoridades iranianas já resultou em mais de 2.500 mortos e 18 mil presos, segundo organizações de direitos humanos[3].
Trump sinalizou que deseja qualquer ação militar contra o Irã seja “rápida e decisiva”[2], levando os EUA a retirarem funcionários de bases militares estratégicas no Oriente Médio como medida de precaução[1]. Fontes europeias citadas pela Reuters sugeriram que uma operação militar poderia ocorrer em até 24 horas[1]. Simultaneamente, o Irã intensificou pressões diplomáticas, informando países da região que bases americanas seriam alvo de retaliação[1].
Nesta quinta-feira, os EUA também anunciaram **novas sanções contra autoridades iranianas**, incluindo Ali Larijani, acusado de coordenar a repressão violenta[5]. As medidas visam bloquear bens e ativos sob jurisdição americana dos sancionados[5].
## ANÁLISE
A reunião do Conselho de Segurança representa uma tentativa de internacionalizar a crise e buscar coordenação diplomática antes de possível escalada militar[2]. Porém, a dinâmica revela limitações: enquanto Trump ameaça ação unilateral, rivais do Irã no Oriente Médio pressionam para evitar bombardeios que poderiam afetar o preço do petróleo e desestabilizar a região[1]. O Irã, por sua vez, busca apoio de aliados regionais para negociações[1]. As sanções americanas funcionam como ferramenta de pressão econômica paralela à ameaça militar, sinalizando múltiplas frentes de confrontação.
## CONCLUSÃO
A crise iraniana marca um ponto de inflexão na política externa americana, com Trump combinando ameaças militares diretas, sanções econômicas e engajamento multilateral na ONU. A reunião de hoje será crucial para determinar se há espaço para diplomacia ou se a região caminha para confrontação aberta. O desfecho dependerá tanto das negociações em Nova York quanto dos próximos passos da administração americana e da resposta iraniana.
## ANÁLISE COMPLEMENTAR
**Conselho de Segurança Nacional dos EUA discute crise no Irã após promessas de Trump.** Reunião avalia protestos intensos desde 28/12/2025, com **>2.500 mortos** e **>18 mil presos** pela repressão[4][5].
**Dados:** Trump preside, prometendo apoio aos manifestantes; EUA retiram pessoal de bases regionais por precaução[1][2].
**Perspectivas:** EUA sugerem sanções/ataque iminente (Reuters: possível em 24h), mas Trump ameniza (“matança parou, sem execuções”)[3][4]; Irã ameaça retaliar bases americanas/israelenses e culpa EUA por interferência; rivais regionais pedem contenção por risco a petróleo[2].
**Próximos passos:** Reunião ONU hoje (15/01, 19h Brasília), solicitada por EUA, pode pressionar diplomaticamente; monitoramento de escalada ou intervenção militar incerta[2][3][5].
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