## INTRODUÇÃO
Eleito por aclamação para presidir o Conselho Nacional dos Procuradores-Gerais do Ministério Público dos Estados e da União (CNPG), o procurador-geral de Justiça da Bahia, Pedro Maia, assumiu o cargo em dezembro de 2025 para um mandato de um ano. Em entrevista exclusiva ao *Correio Braziliense*, ele enfatizou a **união e inteligência estratégica** como pilares para combater o crime organizado no Brasil, propondo uma agenda pautada em segurança pública, desenvolvimento humano e sustentabilidade[1][2][5].
## DESENVOLVIMENTO
Pedro Maia, natural de Salvador e com 45 anos, ingressou no Ministério Público da Bahia (MPBA) em 2004, acumulando 21 anos de carreira. Nomeado procurador-geral em 2024 e reconduzido para o biênio 2026-2028, ele atuou em comarcas como Canarana, Barreiras e Feira de Santana, além de coordenar grupos especiais em Salvador, como o de Combate às Organizações Criminosas (Gaeco) e o Centro de Apoio Operacional Criminal (Caocrim). Sua trajetória inclui a secretaria-executiva do CNPG e a presidência do Grupo Nacional de Comunicação[1][3][4].
A posse ocorreu em 16 de dezembro de 2025, na sede do Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP), em Brasília, presidida pelo procurador-geral da República, Paulo Gonet. Sucessor de Georges Seigneur, Maia discursou para autoridades dos Três Poderes, chamando por “unidade, coordenação e afirmação institucional”. Ele prioriza o **combate ao crime organizado** via integração dos Ministérios Públicos, compartilhamento de inteligência, desarticulação de facções e milícias, e asfixia financeira de lideranças[2][5].
O CNPG, criado em 1981, reúne procuradores-gerais de estados, União, Militar, Trabalho e DF para defender o MP e coordenar ações nacionais contra desafios como tráfico, corrupção e violência[3].
## ANÁLISE
A liderança de Pedro Maia no CNPG sinaliza uma resposta coordenada ao avanço do crime organizado no Brasil, que exige integração entre MPs estaduais e federais. Seu foco em inteligência e cooperação pode elevar a eficácia de investigações, modernizando o MP com tecnologia e compartilhamento de dados. Isso reforça o protagonismo institucional ante ameaças transnacionais, potencializando resultados concretos em segurança pública[2][5][7].
## CONCLUSÃO
Pedro Maia inicia gestão unificada no CNPG, com eixos em segurança, desenvolvimento e sustentabilidade até o fim de 2026. Perspectivas incluem ações integradas contra o crime organizado, ampliando investimentos em inteligência e cooperação para proteger direitos fundamentais e fortalecer o Estado de Direito[1][2][5].
## ANÁLISE COMPLEMENTAR
**Complementações sobre a Entrevista**
**Dados relevantes:**
Pedro Maia, 45 anos, natural de Salvador, possui **21 anos de carreira no Ministério Público baiano**[1]. Ingressou na instituição em 2004 e foi o **mais votado nas últimas cinco eleições para a lista tríplice de procurador-geral de Justiça**[2]. Sua eleição para presidir o CNPG foi por **aclamação (candidato único)**[1], e sua gestão se estende por **um ano (2025-2026)**[1].
**Perspectivas institucionais:**
Pedro Maia é o **terceiro natural da Bahia a presidir o CNPG**[1], após Norma Cavalcanti (2022-2023) e Achiles Siquara (2003-2004). Sua gestão estrutura-se em **três eixos estratégicos: segurança pública, desenvolvimento humano e sustentabilidade**[3], com foco em fortalecer a integração entre os Ministérios Públicos estaduais e federais.
**Desenvolvimentos esperados:**
O trabalho prioritário inclui **combate qualificado ao