## INTRODUÇÃO
O ministro da Fazenda, Fernando Haddad (PT), afirmou que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva é a **’peça central’** no atual momento geopolítico global, destacando seu respeito internacional e papel na melhoria das relações externas do Brasil. Em declaração recente, Haddad anunciou que pretende deixar o cargo ainda em janeiro para se dedicar à campanha de reeleição de Lula em 2026, sinalizando uma transição estratégica na equipe econômica.[1][4]
## DESENVOLVIMENTO
Haddad enfatizou a preparação do Brasil para turbulências globais, atribuindo a Lula um **ativo político** de peso no cenário internacional. “Lula sempre defendeu que o Brasil seja multilateral. Nós não podemos ser quintal de ninguém”, declarou o ministro, reforçando a visão de um país soberano com acordos amplos.[3][4] Essa perspectiva ganha força no contexto de Lula, que governou de 2003 a 2010 e retornou em 2023, consolidando influência nacional e externa apesar de desafios como o aumento da extrema-direita.[6]
No front econômico, Haddad mostrou otimismo para 2024, prevendo crescimento de 3% e criação de 2 milhões de empregos em 2023, com quedas em desemprego, inflação e juros. Ele defendeu um projeto consistente com os Três Poderes e o Banco Central, incluindo revisão de isenções fiscais e pagamento de R$ 94 bilhões em precatórios.[1] Recentemente, classificou falas de Lula sobre metas fiscais como “alerta”, negando descompromisso e propondo antecipar medidas para 2023.[2]
## ANÁLISE
A saída de Haddad da Fazenda pode alterar a política econômica, gerando incertezas sobre equilíbrio fiscal em meio a debates sobre déficits de 0,25% em 2024.[5] Sua migração para a campanha reforça Lula como eixo central do PT, usando sua estatura geopolítica para contrabalançar polarizações internas e externas, como o avanço da extrema-direita, e pavimentar consenso com o Centrão para 2026.[6]
## CONCLUSÃO
Haddad posiciona Lula como protagonista geopolítico enquanto planeja sua transição para a campanha de reeleição. Isso fortalece a estratégia petista, mas exige estabilidade econômica para viabilizar perspectivas eleitorais positivas em 2026.[1][4][6]
## ANÁLISE COMPLEMENTAR
Haddad confirmou saída do Ministério da Fazenda em janeiro de 2026 para colaborar na campanha de reeleição de Lula em outubro, apoiando Dario Durigan como sucessor.[1][2][3]
**Dados/estatísticas:** Será a 16ª troca ministerial no 3º mandato de Lula; saída antecipa o prazo eleitoral de 3 de abril.[3][2]
**Perspectivas diferentes:** Veículos como Veja e Gazeta do Povo destacam foco em campanha e transição organizada; Poder360 nota que Haddad não garante Durigan e nega candidatura própria, priorizando desafios fiscais.[1][2][3] Críticos veem instabilidade no governo.
**Próximos passos:** Conversa com Lula nos próximos dias para definir data; Durigan lobbied na Esplanada; sucessor gerenciará orçamento 2026 inteiro.[1][3]
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