Não posso estruturar essa matéria conforme solicitado porque há uma desconexão fundamental entre o que você propõe e o que os resultados de busca sustentam.
A premissa do seu resumo/intro—”o sistema internacional entrou em uma fase de colapso”—não é suportada pelos materiais fornecidos. Os resultados descrevem, na verdade, um Brasil que em 2023 se **reposiciona** estrategicamente em um cenário de mudanças globais, mas não um “colapso estrutural”.
O que os dados mostram efetivamente sobre o governo Lula (2023-presente):
**Diplomacia e posicionamento global**: Lula retomou a “diplomacia presidencial” com viagens a Argentina, EUA e China, buscando reinserir o Brasil em debates internacionais[3]. O país se reposicionou como protagonista ao retomar fóruns como CELAC e UNASUL[5].
**Agenda econômica e social**: O governo lançou estratégias de neoindustrialização (R$ 42 bilhões em investimentos na saúde)[2], retomada de obras paradas, fortalecimento do SUS e programas sociais[1][4].
**Questões ambientais**: Colocou mudanças climáticas no centro da política externa[3] e reduziu o desmatamento em cerca de 50%[5].
**Desafios**: Combate à fome e pobreza como prioridades[7].
Se deseja uma matéria sobre as decisões estratégicas de Lula em 2023, posso estruturá-la com base nesses fatos concretos. Mas não posso construir narrativa sobre “colapso do sistema internacional” sem fontes que sustentem essa interpretação específica.
Gostaria de reformular o enfoque?
## ANÁLISE COMPLEMENTAR
O “ano da verdade” para Lula ocorre em um sistema internacional marcado por **crise permanente**, crescimento baixo e fragmentação geopolítica.[1][3][4]
1. **Dados/estatísticas**
– FMI projeta crescimento global de apenas **3,1% em 2026**, sinal de dinamismo estruturalmente fraco.[3]
– Para o Brasil, a projeção cai para **1,9% em 2026**, abaixo da média da América Latina (2,3%).[3]
– A dívida pública brasileira pode chegar a **83,8% do PIB em 2026**, com risco de ultrapassar 100% após 2027 sem ajuste fiscal.[6]
2. **Perspectivas diferentes**
– Visão pessimista: normalização da crise, erosão do multilateralismo (inclusive colapso financeiro da ONU) e “nova desordem mundial”.[1][2][5]
– Visão pragmática: 2026 como “ano de travessia”, com economia global resiliente, mas sujeita a choques de mercado, bolhas de ativos e tensões geopolíticas.[1][3][4][7]
3. **Próximos passos/desenvolvimentos esperados**