## INTRODUÇÃO
O presidente de Portugal, Marcelo Rebelo de Sousa, alertou que seu sucessor enfrentará um cenário “complicado” em um mundo e na Europa marcados pela maior imprevisibilidade de sempre, às vésperas da eleição presidencial deste domingo[1][5]. Em declarações recentes, o atual chefe de Estado destacou os desafios globais que o próximo líder terá de gerir, num contexto de campanhas eleitorais cada vez mais intensas e de incertezas internacionais[5].
## DESENVOLVIMENTO
Marcelo Rebelo de Sousa, no cargo desde 2016, não pode concorrer a um terceiro mandato, conforme a Constituição portuguesa, e deixa o Palácio de Belém após dez anos de presidência[1][3]. A eleição ocorre hoje, com mais de 11 milhões de eleitores chamados às urnas para escolher seu sucessor, que tomará posse em 9 de março na Assembleia da República[3][4]. Líderes políticos como o primeiro-ministro Luís Montenegro reforçaram que os próximos cinco anos serão “muito desafiantes” para o eleito[4].
No discurso de Ano Novo, Marcelo expressou otimismo ao afirmar que o próximo presidente trará um “melhor futuro que passado”, citando a confiança nos portugueses e pedindo mais desenvolvimento, justiça e coesão nacional[2]. Ele também apelou à paz na Ucrânia e em outros conflitos globais, num ano simbólico com 50 anos da Constituição, 40 de adesão à Europa e 30 da CPLP[2]. A votação já começou com forte adesão, incluindo voto antecipado de mais de 200 mil eleitores, e o próprio Marcelo votou previamente[4].
## ANÁLISE
As palavras de Marcelo sinalizam a transição para um mandato sob tensão geopolítica e europeia, influenciando o debate eleitoral ao enfatizar a necessidade de um líder experiente em crises[1][5]. Isso pode elevar o escrutínio sobre candidatos, destacando competências institucionais, como frisou Nuno Melo, e pressionar por maior coesão nacional em meio a abstenções passadas recordes[4]. O tom otimista contrasta com os alertas de “imprevisibilidade”, refletindo maturidade democrática portuguesa[2][3].
## CONCLUSÃO
Portugal escolhe hoje seu 11º presidente desde 1976, num pleito imprevisível que define o futuro em tempos turbulentos[3][4]. Com posse em março, o sucessor herda desafios globais, mas Marcelo aposta num “melhor futuro” graças aos portugueses[2]. A alta afluência esperada reforça a vitalidade da democracia[4].
## ANÁLISE COMPLEMENTAR
**Eleições presidenciais portuguesas de 2026 ocorrem hoje (18/01), com mais de 11 milhões de eleitores escolhendo sucessor de Marcelo Rebelo de Sousa em cenário imprevisível.[1][2][5]**
**1. Dados/estatísticas:** Recorde de 11 candidatos (ex.: Luís Marques Mendes/PSD-CDS, António José Seguro/PS, André Ventura/Chega); 218.481 inscritos em voto antecipado (incluindo Marcelo); abstenção recorde em 2021; 21% de participação até 12h locais.[1][2][4]
**2. Perspectivas diferentes:** Marcelo e PM Luís Montenegro alertam para “maior imprevisibilidade” global/europeia e “cinco anos desafiantes”; sondagens indicam ninguém acima de 50%, possível 2º turno (1º desde 1986); risco de Ventura (Chega) como recado anti-establishment.[2][3][4]
**3. Próximos passos:** Votação até 19h (Continente/Madeira), 20h (Açores); resultados noturnos; 2º turno em 08/02 se necessário; posse em