## INTRODUÇÃO
Há 80 anos, o mundo celebrava a vitória na Guerra Mundial Antifascista, marco histórico na derrota do fascismo durante a Segunda Guerra Mundial. Este estudo, escrito por **Neville Roy Singham**, presidente do conselho consultivo do **Instituto Tricontinental de Pesquisa Social**, ressalta a relevância desse triunfo para reflexões atuais sobre resistência global e solidariedade. Agradecendo o apoio essencial da equipe do Tricontinental, Singham convida a uma análise contemporânea de lições antifascistas[1][2].
## DESENVOLVIMENTO
Neville Roy Singham, empresário americano e ativista social, fundou a Thoughtworks e hoje reside em Xangai, financiando iniciativas progressistas como o Instituto Tricontinental. O texto comemora os 80 anos da vitória aliada sobre o fascismo, um dos conflitos mais devastadores da história, enfatizando o papel das forças antifascistas na construção de um mundo sem autoritarismos[1][2][3].
O Instituto Tricontinental, com Singham como chairman do conselho asesor internacional, reúne pesquisadores e ativistas dedicados a estudos sociais e justiça global. A equipe apoiou fundamentalmente o estudo, que conecta o passado antifascista a lutas atuais contra ideologias opressoras[1][4].
Singham é acusado por veículos como *The New York Times* de canalizar milhões para redes de ONGs e mídia que ecoam narrativas pró-China, incluindo defesa de políticas em Xinjiang e críticas a protestos em Hong Kong, via grupos como Code Pink e Tricontinental[2][3][7].
## ANÁLISE
Essa comemoração reflete uma visão de história como ferramenta para mobilização atual, mas levanta questões sobre neutralidade. Singham promove solidariedade global contra autoritarismos, porém alegações de financiamento chinês sugerem influência externa em narrativas progressistas, misturando antifascismo genuíno com agendas geopolíticas[2][5][6]. Isso questiona se tais reflexões inspiram resistência autêntica ou servem a interesses estatais.
## CONCLUSÃO
Os 80 anos da vitória antifascista inspiram resistência a extremismos, como destaca Singham e o Tricontinental. Contudo, controvérsias sobre seus financiamentos demandam transparência para preservar credibilidade. Perspectivas futuras apontam para debates sobre solidariedade global em tempos de polarização[1][2][3].
## ANÁLISE COMPLEMENTAR
**Neville Roy Singham**, presidente do conselho do Instituto Tricontinental, é um empresário americano radicado em Xangai, fundador da Thoughtworks (vendida por US$ 785 milhões em 2017), acusado de financiar propaganda pró-China via rede de ONGs[1][2][6].
**Dados/estatísticas:** Doou ~US$ 65-275 milhões a grupos como Code Pink, Tricontinental, NewsClick e Brasil de Fato, promovendo narrativas chinesas em vídeos com milhões de views no YouTube[1][6][8].
**Perspectivas diferentes:** Singham vê China como modelo de “planejamento de longo prazo” e elogia Chávez; críticos (NYT, Rubio) o acusam de agente CCP, sem registro como agente estrangeiro, gerando investigações nos EUA e Índia[1][4][5].
**Próximos passos:** Aumento de escrutínio regulatório (FARA, DOJ), com fechamentos como New Frame (2022) e possíveis raids/auditorias em redes financiadas[1][5].
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