## INTRODUÇÃO
O ministro do Trabalho e Emprego, Luiz Marinho, defendeu publicamente a taxação de bilionários para promover maior equidade social e financiar políticas públicas, afirmando que “os bilionários passam a pagar mais do que pagam”. Durante evento pelos 90 anos do salário mínimo, ele destacou a necessidade de um piso salarial justo, capaz de sustentar famílias, e cobrou do governo planejamento para as próximas gerações, com foco na redução de desigualdades.[4][5]
## DESENVOLVIMENTO
Luiz Marinho fez as declarações em 16 de janeiro de 2026, ao lado do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, na cerimônia de lançamento de medalhas comemorativas na Casa da Moeda, no Rio de Janeiro. Ele enfatizou a reforma da renda como prioridade, integrando-a a outras mudanças, como a valorização do salário mínimo – que, sem políticas recentes, seria de R$ 830, e não R$ 1.621 atuais.[4][5] O ministro também celebrou indicadores recordes do mercado de trabalho em 2026, com mais de 49 milhões de empregos formais, taxa de desemprego de 5,2% (a menor desde 2012) e geração de 85 mil vagas em janeiro.[1][6]
Em entrevistas recentes, como no programa Bom Dia, Ministro da EBC, Marinho defendeu a redução da jornada de 44 para 40 horas semanais, o fim da escala 6×1 e modernizações no Programa de Alimentação do Trabalhador (PAT), com taxas menores para operadoras de vale-alimentação. Ele vê essas medidas como essenciais para evitar precarização e alinhar tecnologia à proteção social, prevendo aprovação antes das eleições de 2026 via diálogo com sindicatos e empresariado.[1][3]
O contexto histórico reforça o debate: o salário mínimo, criado em 1936, ganhou valorização em 2006 e foi ampliado em 2023, vinculando reajustes à inflação e PIB, conforme a Constituição de 1988.[5]
## ANÁLISE
As falas de Marinho sinalizam uma agenda progressista do governo Lula para 2026, ano eleitoral, priorizando justiça distributiva em meio a recordes no emprego. A taxação de fortunas pode elevar arrecadação para sociais, mas enfrenta resistência de setores econômicos e opositores políticos. Um salário mínimo “justo” reforça inclusão, mas exige equilíbrio fiscal para evitar impactos inflacionários.[1][4]
## CONCLUSÃO
Marinho clama por reformas na renda e salário mínimo para equidade intergeracional. Perspectivas incluem avanços via negociação coletiva, mas dependem de Congresso e mobilização social em 2026.[3][4]
## ANÁLISE COMPLEMENTAR
O ministro Luiz Marinho afirma que o governo federal precisa lutar por **novas reformas**, destacando a **reforma da renda** para que bilionários “paguem mais do que pagam”[3]. Ele defende um salário mínimo que permita ao trabalhador “sustentar sua família”, ressaltando que sem a política de valorização o mínimo seria de R$ 830, não dos atuais R$ 1.621[3].
**Dados relevantes:**
Brasil registra **49 milhões de empregos formais ativos**, o maior número na série histórica do Caged, com **85 mil novos postos** gerados recentemente[4]. A taxa de desemprego atingiu **5,2%**, a menor desde 2012[4].
**Perspectivas:**
O ministro reconhece que essas mudanças devem ocorrer de forma “gradual, responsável e compatível com a realidade econômica do país”[1]. Ele também prioriza a **redução da jornada de 44 para 40 horas semanais** com fim da escala 6×1, acreditando ser “plenamente possível” aprovar antes do período eleitoral de 2