## INTRODUÇÃO
A crise da Groenlândia opõe Estados Unidos, Dinamarca e aliados da OTAN em um confronto inédito, com Donald Trump ameaçando tarifas e até força militar para controlar a ilha ártica, rica em minerais e estratégica no Ártico. Milhares protestaram em Copenhague e Nuuk contra as “manobras de sabre” americanas, enquanto 85% dos groenlandeses rejeitam qualquer adesão aos EUA, expondo o colapso silencioso da ordem atlântica.[1][7]
## DESENVOLVIMENTO
Desde o início de 2026, Trump insiste na aquisição da Groenlândia por “segurança nacional”, alegando que a Dinamarca falha em protegê-la da Rússia e China, e não descarta ação militar, o que alarma Europa e OTAN.[2][3][5] Em resposta, a primeira-ministra dinamarquesa e o premiê groenlandês rejeitaram negociações sobre soberania, com tropas dinamarquesas reforçando a ilha e países europeus enviando apoio militar.[3][4][6] Uma delegação bipartidária do Congresso americano visitou Copenhague para repudiar Trump, e chanceleres dinamarquês e groenlandês negociam na Casa Branca com vice-presidente J.D. Vance e Marco Rubio, sem concessões imediatas.[1][2]
Protestos massivos ocorreram no sábado (17), com multidões em Copenhague diante do consulado dos EUA e em Nuuk contra “planos ilegais”, coincidindo com tarifas anunciadas por Trump contra oito nações europeias.[1][3][7] Líderes da UE e Finlândia alertam para “espiral descendente”, enquanto o ministro dinamarquês das Relações Exteriores busca coordenação OTAN em Oslo, Londres e Estocolmo.[3]
## ANÁLISE
Essa crise revela fragilidades na OTAN: um membro (EUA) ameaça outro (Dinamarca) com tarifas e força, minando a coesão transatlântica em meio a tensões árticas com Rússia e China.[3][5] O interesse americano por recursos minerais e posição estratégica acelera a erosão da aliança, com apoio interno limitado nos EUA (apenas 25% favoráveis) e rejeição unânime europeia, podendo forçar concessões dinamarquesas em bases militares.[1][2][5]
## CONCLUSÃO
A disputa pela Groenlândia sinaliza o fim da unidade atlântica, com negociações tensas e risco de ruptura na OTAN. Perspectivas incluem diálogo forçado ou escalada, dependendo de concessões sobre presença militar americana.[2][3]
## ANÁLISE COMPLEMENTAR
**Groenlândia, Otan e o colapso silencioso da ordem atlântica**: Crise reflete erosão da aliança atlântica, com Trump ameaçando anexar o território dinamarquês rico em minerais, impondo tarifas a 8 aliados europeus e não descartando força militar[1][3][4][7].
**1. Dados/estatísticas**: 85% dos groenlandeses rejeitam adesão aos EUA (sondagem jan/2025); apenas 25% dos americanos apoiam controle[1][4]. Milhares protestaram em Copenhague e Nuuk[1][3][6].
**2. Perspectivas diferentes**: EUA veem “segurança nacional” e recursos (Trump/Miller)[3][6]; Dinamarca/Groenlândia rejeitam soberania violada[1][2][4]. Europa (França, Alemanha, UK, Noruega, Finlândia) reforça tropas no Ártico e defende diálogo na Otan[3]. Oposição bipartidária no Congresso US[1][4].
**3. Próximos passos**: Reuniões na Casa Branca (Vance/Rubio com líderes dinamarq