## INTRODUÇÃO
Nicolás Maduro Guerra, conhecido como “Nicolasito”, filho do ex-presidente venezuelano Nicolás Maduro, expressou confiança nas eleições do país e elogiou o presidente brasileiro Luiz Inácio Lula da Silva por sua liderança. Aos 35 anos, deputado na Assembleia Nacional e líder do PSUV, ele ganha destaque em meio à crise política, após a captura de seu pai e da madrasta Cilia Flores pelos Estados Unidos, assumindo um papel simbólico no chavismo.[1][2]
## DESENVOLVIMENTO
Nicolás Maduro Guerra, nascido em 1990 de um relacionamento do ex-presidente com Adriana Guerra Angulo, entrou na política em 2013, logo após a posse do pai. Economista com doutorado em curso na UCAB, ele ocupa cargo de deputado pelo estado de La Guaira desde 2021 e foi membro da Assembleia Nacional Constituinte. Acusado pelos EUA de tráfico de drogas – alegação que nega –, Nicolasito defendeu publicamente sua família em discurso na Assembleia, erguendo a Constituição durante o juramento de Delcy Rodríguez como presidente interina e exigindo o retorno dos detidos.[1][2][3]
Em contexto de polarização, a Venezuela vive os primeiros dias sem Maduro no poder em 13 anos, após strikes que levaram à sua prisão em Nova York. Nicolasito chamou o episódio de “sequestro” americano, pediu solidariedade internacional e divulgou mensagem do pai afirmando que “estamos bem e somos fortes”. Sua confiança nas eleições e elogio a Lula sinalizam busca por aliados regionais em meio a sanções e acusações de nepotismo contra a família.[1][2][3][4]
## ANÁLISE
As declarações de Nicolasito indicam uma estratégia para posicioná-lo como herdeiro do chavismo, mantendo a narrativa de perseguição externa e continuidade do regime via Delcy Rodríguez. O elogio a Lula pode visar fortalecer laços com o Brasil, influenciando percepções sobre eleições e relações diplomáticas. Especialistas veem nisso um símbolo de resistência, mas sob risco de novas sanções dos EUA, ampliando a polarização venezuelana.[1][2][4]
## CONCLUSÃO
Nicolasito emerge como voz proeminente do chavismo pós-Maduro, confiando em eleições e alianças como com Lula. Perspectivas incluem maior instabilidade política e pressão internacional, com seu papel definindo o futuro do PSUV.[1][2]
## ANÁLISE COMPLEMENTAR
**Nicolás Maduro Guerra (“Nicolasito”), 35 anos, deputado pelo PSUV na Assembleia Nacional e filho biológico de Nicolás Maduro (preso pelos EUA em 2026 com Cilia Flores por tráfico de drogas, acusação que nega), expressa confiança em eleições futuras, elogia Lula e posiciona-se como herdeiro chavista.[1][2][3]**
1. **Dados/estatísticas**: Líder do PSUV desde 2013; deputado desde 2021 (La Guaira); sancionado pelos EUA em 2019; divulgou mensagem paterna afirmando “estamos bem e fortes” pós-prisão.[1][3][4]
2. **Perspectivas diferentes**: Chavistas o veem como símbolo de continuidade e lealdade a Delcy Rodríguez (presidente interina); opositores e EUA criticam nepotismo e tráfico; comparado a herdeiro norte-coreano após viagem em 2019.[1][2][3]
3. **Próximos passos**: Campanha por libertação do pai; possível candidatura presidencial como “símbolo chavista”; juramento de Rodríguez sobre Constituição erguida por ele sinaliz