## INTRODUÇÃO
A Venezuela voltou ao centro da agenda geopolítica global após a captura de Nicolás Maduro e sua esposa Cilia Flores por forças americanas em Caracas, no dia 3 de janeiro de 2026, com transferência para Nova York sob acusações de narcoterrorismo e tráfico de cocaína[4]. Os Estados Unidos, sob Donald Trump, revelam um plano em três fases para “governar” o país: estabilização econômica via controle do petróleo, recuperação com reconciliação e transição para eleições, transformando a nação em exemplo de hegemonia no Hemisfério Ocidental[1][2].
## DESENVOLVIMENTO
Desde a ascensão de Hugo Chávez, a Venezuela enfrenta tensões com Washington, agravadas por sanções, nacionalizações de ativos petrolíferos americanos em 2007 e intervenções crescentes, culminando na operação militar de dezembro de 2025[1][2]. O secretário de Estado Marco Rubio detalhou o plano no Congresso: primeira fase foca na “quarentena” do petróleo venezolano, com incautações de navios e controle indefinido das vendas para estabilizar a economia e indenizar empresas dos EUA[1]. Trump anunciou que os EUA “governarão” a transição segura, priorizando o setor petrolífero, enquanto impõe sanções à família Maduro e designa o regime como organização terrorista[2][4].
Figuras chave incluem o vice-presidente JD Vance, o secretário de Energia Chris Wright e a opositora María Corina Machado, incluída na estratégia após reunião na Casa Branca, onde Trump pediu que ela evite retornar a Caracas sem aval[3]. Negociações com Delcy Rodríguez visam evitar vácuo de poder, ecoando lições de Iraque e Afeganistão[3][5].
## ANÁLISE
Essa manobra reafirma a Doutrina Monroe, usando a Venezuela como demonstração de força para dissuadir desafios regionais à influência americana, com foco em recursos petrolíferos e estabilidade[1][2][5]. Pode intensificar instabilidade, polarizar a América Latina e gerar reações como protestos salvadoreños contra o “sequestro” de Maduro, enquanto privilegia negociações com chavistas para uma tutela indireta[3][6]. O risco é de conflitos prolongados, mas visa transição democrática controlada.
## CONCLUSÃO
Os EUA buscam estabilizar e transitar a Venezuela via petróleo e negociações, reafirmando domínio hemisférico[1][3]. Perspectivas incluem eleições sob tutela americana, mas com incertezas de resistência regional e instabilidade interna[2][5].
## ANÁLISE COMPLEMENTAR
**EUA planejam transformar Venezuela em “exemplo” de hegemonia via intervenção militar (dez/2025-jan/2026), com captura de Maduro e controle petrolífero.[1][2][4]**
1. **Dados/estatísticas**: Captura de Maduro e Cilia Flores em 3/1/2026 por soldados EUA em Caracas; transferidos a NY por narcoterrorismo. Incautações de 2 navios com petróleo; plano de controle “indefinido” de receitas para estabilizar economia e indenizar petroleras (nacionalizadas em 2007).[1][2][4]
2. **Perspectivas diferentes**: EUA visam transição em 3 fases (estabilização econômica, recuperação/reconciliação, eleições), negociando com Delcy Rodríguez e incluindo Machado.[1][3] Críticos chavistas veem roubo de recursos; opositores celebram; risco de “governo indireto via chavismo” (Doctrina Monroe).[2][5][6]
3. **Próximos passos**: Fase 1: “quarentena” petróleo e acordo total EUA. Negociações Trump-Rodríguez/Machado; transição democrática co