## INTRODUÇÃO
As bolsas de valores dos Estados Unidos fecharam em leve alta nesta quinta-feira (18/01), com o **Dow Jones** subindo **0,54%** para 37.468,61 pontos, o **S&P 500** avançando **0,88%** para 4.780,94 pontos e o **Nasdaq** liderando com alta de **1,35%** para 15.055,65 pontos, apesar de uma abertura em queda pressionada por incertezas sobre o presidente do Federal Reserve (Fed), **Jerome Powell**. Uma investigação criminal em aberto contra Powell, líder do banco central americano desde 2018, gerou volatilidade inicial nos mercados, mas a recuperação reflete a resiliência dos investidores frente a desafios como pressões inflacionárias e a liderança do Fed em meio à pandemia de COVID-19[1][2].
## DESENVOLVIMENTO
Os mercados americanos iniciaram o dia em território negativo, influenciados pela pressão sobre Powell, que enfrenta escrutínio criminal potencialmente ligado à política monetária em um contexto de alta inflação e recuperação pós-pandemia. No entanto, o pregão reverteu a tendência, impulsionado por ações de tecnologia: Apple disparou com recomendação de compra, enquanto Boeing ganhou força com nova encomenda de aeronaves. O Nasdaq, termômetro do setor tech, foi o destaque, com NVIDIA, Microsoft e Amazon performando bem no pré-mercado e sustentando a alta[1][2].
Powell comanda o Fed desde 2018, navegando crises como a COVID-19 e ajustes de juros para conter a inflação. Investidores de NYSE e Nasdaq monitoram de perto a investigação, que pode questionar decisões do banco central. No cenário global, o Ibovespa brasileiro caiu 0,94% para 127.315,74 pontos, sem sustentar ganhos apesar do otimismo em Nova York, com dólar a R$ 4,94[1].
A resiliência dos índices americanos contrasta com recuos recentes, como quedas de 0,37% no S&P 500 em sessões anteriores, e ocorre em dia de dados de emprego nos EUA, cruciais para a direção da política monetária[2][5].
## ANÁLISE
Essa leve alta sinaliza confiança dos investidores na economia americana, apesar das nuvens sobre Powell: o mercado prioriza fundamentos como tech e emprego, minimizando o impacto imediato da investigação. No entanto, instabilidade prolongada no Fed pode erodir a credibilidade da política monetária, elevando volatilidade e afetando fluxos globais, inclusive emergentes como o Brasil[1][2].
## CONCLUSÃO
As bolsas dos EUA demonstram força ao fechar em alta, ignorando pressões iniciais sobre Powell. Perspectivas incluem maior escrutínio ao Fed e foco em dados econômicos; instabilidade pode pressionar mercados globais, mas tech sustenta otimismo no curto prazo[1][2].
## ANÁLISE COMPLEMENTAR
**Investigação do DOJ:** Iniciada em 9/1/2026, foca em depoimento de Powell ao Senado sobre reforma de prédios do Fed, visto como pretexto para pressão política por cortes de juros[1][2].
**1. Dados/estatísticas:** Bolsas abriram em queda, mas fecharam em **leve alta** apesar da notícia; Powell deixa cargo de chair em maio/2026, podendo ficar no board[2]. Sem impactos numéricos detalhados em mercados.
**2. Perspectivas diferentes:** Powell denuncia como intimidação à independência do Fed[1]. Republicanos moderados criticam como “precedente perigoso”; hardliners apoiam remoção[2]. Ex-vice Kohn alerta para riscos históricos à política monetária[2].
**3. Próximos passos:** Audiência Suprema em 21/1 sobre demissão de governadora Lisa Cook; possível indiciamento via grand jury; oposição de senadores a nomeações até resolução[2][3].
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