## INTRODUÇÃO
Wellington César Lima e Silva assume o Ministério da Justiça e Segurança Pública com o pesado legado deixado por Ricardo Lewandowski, empossado em cerimônia discreta no Palácio do Planalto nesta quinta-feira (15).[3][5][6] Nomeado por Lula após a demissão do ex-ministro do STF por motivos pessoais, o jurista baiano herda desafios como a articulação política para aprovar a PEC da Segurança e o PL Antifacção, essenciais no combate ao crime organizado em meio ao avanço da criminalidade no Brasil.[1][2][4]
## DESENVOLVIMENTO
Ricardo Lewandowski, que ocupou a pasta desde fevereiro de 2024, estruturou iniciativas para fortalecer a segurança pública, incluindo parcerias com Polícia Federal, Receita Federal e Banco Central contra o crime organizado.[3][6] Sua saída, anunciada em 8 de janeiro via carta a Lula, foi justificada por “razões pessoais e familiares”, mas ele elogiou o sucessor como “homem de Estado” com trajetória sólida.[1][2][6] Lewandowski transmitiu o cargo destacando continuidade institucional.[6]
Wellington Lima e Silva, 60 anos, nascido em Salvador, traz vasta experiência: ex-procurador-geral da Justiça da Bahia, onde atuou contra o crime organizado, já foi ministro interino na gestão Dilma em 2016 e secretário de Assuntos Jurídicos da Presidência até julho de 2024, quando assumiu a advocacia-geral da Petrobras.[1][2][4][5][7] Lula cobrou “pegada forte” na segurança, enfatizando inteligência, cooperação federativa e eficiência no gasto público, sem “prender pobre”, mas mirando sonegadores e chefes do crime.[3][5]
A nomeação, publicada em edição extra do Diário Oficial em 13 de janeiro, ocorre em contexto de possível reestruturação ministerial, com debate sobre dividir a pasta via PEC da Segurança na Câmara.[4]
## ANÁLISE
A transição impõe a Lima e Silva a tarefa de articular no Congresso pautas como a PEC da Segurança e o PL Antifacção, paralisadas por resistências políticas em cenário de alta criminalidade organizada.[1][4] Seu perfil técnico-jurídico, com mestrado em Direito Penal e expertise em combate ao crime na Bahia, pode impulsionar integração entre PF, MP e Judiciário, mas o sucesso depende de habilidade para superar divisões no Legislativo e alinhar com aliados como Rui Costa e Jaques Wagner.[3][4][5] Falhas podem enfraquecer o governo Lula na segurança pública.[1]
## CONCLUSÃO
Lima e Silva herda de Lewandowski bases para enfrentar o crime organizado via PEC da Segurança e PL Antifacção, priorizando inteligência e cooperação.[3][6] Perspectivas positivas se houver articulação eficaz no Congresso, fortalecendo a segurança nacional; urge ação imediata para resultados concretos.[5]
## ANÁLISE COMPLEMENTAR
**Desafios herdados por Wellington Lima e Silva de Lewandowski (MJSP desde fev/2024, demitido em 8/1/2026 por motivos pessoais):** Dar continuidade a iniciativas como **PEC da Segurança** (em tramitação na Câmara, pode dividir pasta em Justiça e Segurança Pública)[5] e **PL Antifacção**, com foco em crime organizado.[3][7]
1. **Dados/estatísticas:** Sem números específicos nos resultados; ênfase em urgência contra facções, sonegação e empobrecimento via integração PF/Receita.[3][6]
2. **Perspectivas diferentes:** Lula exige “pegada forte” em segurança, priorizando inteligência e não “prender pobre”, mas atingir chefes de facções.[1][3] Lewandowski elogia continuidade e experiência de Lima e Silva como “homem de Estado”.[7] Críticos veem risco de reestruturação ministerial.[5]
3. **Próximos passos:** Posse em 15/1/2026; reuniões para integração PF, MP, Judiciário e Receita contra crime organizado; avançar PEC/PL com cooperação federativa e efic