## INTRODUÇÃO
As principais bolsas de valores globais abriram a semana em alta nesta segunda-feira (15), impulsionadas pela recuperação dos papéis de tecnologia e pela expectativa de indicadores econômicos que podem influenciar decisões de juros em grandes economias. Em Wall Street, os contratos futuros dos principais índices operavam em terreno positivo, enquanto na Europa e Ásia os mercados registravam ganhos, com o FTSE 100 superando os 10 mil pontos e o Kospi da Coreia do Sul atingindo recorde. No Brasil, o Ibovespa acompanhava o otimismo global, sustentado por Petrobras e bancos, apesar de volumes esvaziados por feriados.[1][3][5]
## DESENVOLVIMENTO
Na Europa, o Stoxx 600 subia 0,63%, com Londres avançando 0,62%, Paris 0,38% e Frankfurt 0,36%, refletindo maior disposição ao risco mesmo com PMIs industriais revisados para baixo. Na Ásia, o Kospi saltou 2,27% para 4.309,63 pontos, enquanto bolsas australianas ganharam 0,15%; Japão e China continental estavam fechados por feriado. Nos EUA, índices como Dow Jones, S&P 500 e Nasdaq fecharam em alta recente, impulsionados por finanças, semicondutores e otimismo com IA.[3][5]
No Brasil, o Ibovespa fechou em alta de 0,41% a 131.520 pontos (ou 155.910 em outra sessão), com Petrobras subindo 1,07% apesar de petróleo em baixa, e bancos como Itaú (+0,18%) e Bradesco (+0,38%) sustentando o avanço; Vale recuou 0,20% com minério fraco. O dólar subiu 0,21% para R$ 4,866, mas em tendências recentes caiu para R$ 5,36-5,38. Mercados acompanham exterior, com commodities e tech em foco, além de agenda como IPCA-15 e Livro Bege.[1][2]
Investidores globais monitoram China, que manteve juros inalterados, e apostas em cortes do Fed, com Trump influenciando via comentários sobre paz Rússia-Ucrânia e Groenlândia.[1][2][6]
## ANÁLISE
Essa abertura em alta sinaliza otimismo com recuperação pós-pandemia, tech e commodities, elevando confiança e atraindo fluxo para ativos de risco como B3. No Brasil, dependência do exterior expõe vulnerabilidades a juros globais e dólar volátil, mas entrada de investidores locais compensa saídas estrangeiras (R$ 15 bi em 2024). Pode direcionar políticas monetárias, com BC chinês e Fed no radar, mas riscos geopolíticos persistem.[3][4][7]
## CONCLUSÃO
Bolsas globais e Ibovespa iniciam semana positivos, puxados por tech e expectativas de afrouxamento monetário. Perspectivas incluem mais volatilidade com dados econômicos e Trump; investidores devem monitorar commodities e juros para oportunidades no Brasil.[1][2][5]
## ANÁLISE COMPLEMENTAR
# Complementações sobre Mercados Globais em Alta
**Desempenho Consolidado:** O Ibovespa renovou recorde de fechamento aos 165.568 pontos na quinta-feira (15), com alta de 0,26%, impulsionado pelo setor financeiro—Itaú (+0,86%) e Bradesco (+2,05%)[1]. Em Nova York, o Dow Jones avançou 0,60%, S&P 500 ganhou 0,26% e Nasdaq subiu 0,25%[1].
**Mercados Internacionais:** Na Europa, o FTSE 100 ultrapassou pela primeira vez os 10 mil pontos (máxima de 10.046,25)[2], enquanto o Stoxx 600 subia 0,63%[2]. Na Ásia, o destaque foi a Coreia do Sul, com o Kospi avançando 2,27% para nível recorde de 4.309,63 pontos[2].
**Fatores Impulsionadores:** A recuperação reflete maior disposição ao risco apoiada por tecnologia e commodities[2]. Decisões geopolíticas favoráveis—como Trump recuando da tentativa de