## INTRODUÇÃO
No JR Entrevista desta quinta-feira (15), o secretário nacional de Segurança Pública, Mario Sarrubbo, elogiou o novo ministro da Justiça, Wellington César Lima, e criticou a politização do debate sobre segurança pública. Em conversa com o jornalista Clébio Cavagnolle, ele fez um balanço positivo de sua gestão, destacando a transição planejada após a saída de Ricardo Lewandowski e os desafios para uma política nacional baseada em integração e resultados concretos[1][2].
## DESENVOLVIMENTO
Sarrubbo avaliou sua passagem pela Secretaria Nacional de Segurança Pública, iniciada em 2024, como positiva, com 80% a 85% do planejamento executado e políticas públicas em funcionamento. Ele comentou a saída de Lewandowski, afirmando que a transição foi planejada e não surpreendeu a equipe, deixando um legado relevante na justiça e segurança[1][2].
O secretário demonstrou confiança na escolha de Wellington César Lima para o Ministério da Justiça, prevendo continuidade de projetos e renovação da equipe. Sarrubbo deve deixar o cargo nas próximas semanas e criticou a politização do debate sobre segurança, além de lamentar mudanças na PEC da Segurança Pública, que desvirtuaram a proposta original de coordenação federal via padronização de dados, classificando a versão atual como retrocesso em relação ao SUSP[1][2].
Ele também abordou o PL Antifacção, afirmando que foi “destruído” por foco em aumento de pena, em vez do texto original do governo[1].
## ANÁLISE
As declarações de Sarrubbo sinalizam otimismo com a transição no Ministério da Justiça, reforçando continuidade em meio a mudanças políticas. A crítica à politização e à PEC destaca tensões entre coordenação técnica e pressões legislativas, podendo influenciar a percepção pública sobre a eficácia da gestão federal em segurança. Isso reflete desafios para políticas baseadas em ciência e integração, em um contexto de crime organizado[1][2][3].
## CONCLUSÃO
Sarrubbo equilibrou elogios à nova liderança com críticas a desvirtuamentos no debate securitário, projetando confiança na continuidade. Perspectivas incluem consolidação de ações como o site Captura contra líderes criminosos, com foco em integração federativa[1][2][3].
## ANÁLISE COMPLEMENTAR
Mario Sarrubbo, secretário nacional de Segurança Pública, elogiou **Wellington César Lima e Silva** como novo ministro da Justiça, destacando continuidade de projetos, mas criticou a politização da segurança e o enfraquecimento do **PL Antifacção** na Câmara[1][3].
**1. Dados/estatísticas:** Execução de **80-85%** do planejamento traçado em 2024, com políticas entregues; transição de Ricardo Lewandowski planejada, sem surpresas na equipe[1][2].
**2. Perspectivas diferentes:** Sarrubbo vê relatório da **PEC da Segurança** como “retrocesso” à Lei do SUSP (2018), prejudicando integração[3]; relator Mendonça Filho (União-PE) espera diálogo com novo ministro para avançar contra violência[3]. Lewandowski saiu por obstruções no Congresso e eleições 2026[2].
**3. Próximos passos:** Sarrubbo deixa o cargo nas próximas semanas, auxiliando transição[1][2][4]; Lula prioriza PEC da Segurança e PL Antifacção no Congresso[3].
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