## INTRODUÇÃO
A fintech britânica **Due** desembarca no Brasil com um investimento de **R$ 40 milhões** (equivalente a US$ 7,3 milhões captados em rodada seed), mirando replicar o sucesso do Pix em transferências internacionais. Presente em mais de 80 países e sediada em Londres desde 2022, a startup fundada por Robert Sargsian e Alex Popov integra-se ao Pix para oferecer soluções rápidas e acessíveis, posicionando o Brasil como mercado estratégico ao lado de México e Estados Unidos[1].
## DESENVOLVIMENTO
A Due, que já atende mais de 500 empresas e é parceira da Coinbase, lança uma **API proprietária** para parcerias com bancos, fintechs, plataformas de câmbio e pequenos negócios. O foco está em stablecoins – moedas digitais atreladas a ativos estáveis como dólar ou euro –, facilitando remessas internacionais em um país com sistema de pagamentos avançado, mas defasado nesse segmento[1]. Gustavo Marcondes, country manager no Brasil, destaca o alto engajamento digital local como oportunidade ideal para crescimento rápido[1].
Essa expansão faz parte de uma estratégia global: a Due opera no México desde o fim de 2024 e planeja alcançar 120 países até 2026. O Brasil atrai fintechs globais pelo mercado consumidor e digitalização financeira, como visto na aquisição da Sinqia pela Evertec por R$ 2,5 bilhões, reforçando o país como ativo estratégico na América Latina[1][2].
## ANÁLISE
A chegada da Due intensifica a concorrência no setor fintech brasileiro, impulsionando inovação em pagamentos internacionais e stablecoins. Isso beneficia consumidores com opções mais baratas e rápidas, mas pressiona players locais em um momento de mudanças tributárias, como o aumento escalonado da CSLL para 15% a partir de 2028, com impacto estimado de R$ 1,6 bilhão em 2026[1][3]. O Brasil evolui de case do Pix para hub de exportação de modelos globais[4].
## CONCLUSÃO
A Due aposta no Brasil para expansão agressiva, com R$ 40 milhões pavimentando parcerias e crescimento. Perspectivas incluem mais inovação em remessas, mas desafios regulatórios e tributários moldarão o cenário em 2026[1][3].
## ANÁLISE COMPLEMENTAR
**Due**, fintech britânica fundada por ex-executivo do Revolut, chega ao Brasil com US$ 7,3 milhões (R$ 40 milhões) em rodada *seed*, integrando Pix para transferências internacionais simples, como “Pix global”. Presente em 80+ países, com escritórios em Londres, Nova York, Madri, Varsóvia, Lagos, Cidade do México e agora São Paulo; Brasil é mercado estratégico ao lado de México e EUA.[1][4]
**Dados/estatísticas:** Meta de expansão para 120 países em 2026; Brasil tem alto engajamento digital, mas transferências internacionais ainda são ineficientes apesar do Pix avançado.[1]
**Perspectivas diferentes:** Otimista local (Gustavo Marcondes, country manager): oportunidade por digitalização; tendência global reforça Brasil como “ativo estratégico obrigatório” na América Latina (ex.: Evertec comprando Sinqia por R$ 2,5 bi).[1][2]
**Próximos passos:** Lançar API proprietária para parcerias com bancos/fintechs; expandir com stablecoins; foco em PMEs e consumidores.[1][4]
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