## INTRODUÇÃO
O ministro de Portos e Aeroportos, Silvio Costa Filho, confirmou que deixará o cargo até abril para disputar uma vaga no Senado Federal nas eleições de 2026 pelo Republicanos (PE), em reunião com o presidente Lula nesta quarta-feira (14).[1][2][3] Segundo interlocutores, ele planeja indicar o secretário-executivo da pasta, Tomé de Franca, como substituto, em meio a uma ampla reforma ministerial que pode envolver até 24 pastas.[1][2][5]
## DESENVOLVIMENTO
Silvio Costa Filho assumiu o Ministério de Portos e Aeroportos em setembro de 2023, como parte de uma recomposição política do governo Lula para ampliar apoio no Congresso.[4] Durante café com jornalistas em Brasília, o ministro apresentou um balanço positivo de 2025, com 21 leilões realizados nos setores portuário, aeroportuário e hidroviário, atraindo R$ 11 bilhões em investimentos, e planos para 40 leilões em 2026, incluindo o terminal de contêineres do Porto de Santos e o Aeroporto do Galeão.[2][4] A saída respeita o prazo de desincompatibilização eleitoral, fixado para abril pela Justiça Eleitoral.[3][5]
Costa Filho já discutiu o tema com Lula às 16h30 no Palácio do Planalto, onde apresentou resultados da pasta e ventilou seu sucessor, embora a decisão final seja do presidente.[1][2][3] Ele mencionou conversas com outros ministros em saída, como Rui Costa (Casa Civil), Jader Filho (Cidades), Alexandre Silveira (Minas e Energia) e Renan Filho (Transportes), priorizando entregas nos próximos três meses.[3][4]
## ANÁLISE
Essa movimentação sinaliza o início de uma reforma ministerial em ano pré-eleitoral, com potencial impacto na continuidade de projetos de infraestrutura, como leilões de portos e aeroportos.[2][4][5] A indicação de Tomé de Franca, braço direito de Costa Filho, visa garantir estabilidade na pasta, mas depende da aprovação de Lula e do Republicanos, refletindo composições políticas para manter alianças no Nordeste, especialmente em Pernambuco.[1][6] Pode acelerar disputas internas no governo e influenciar o ritmo de investimentos em logística.
## CONCLUSÃO
Silvio Costa Filho sai do ministério em abril para o Senado, sugerindo Tomé de Franca como sucessor a Lula.[1][2] A troca integra uma onda de saídas que remodelará a Esplanada, com foco em entregas eleitorais até as eleições de 2026.[5] O setor de portos e aeroportos segue com agenda de leilões robusta, mas sob novo comando.[4]
## ANÁLISE COMPLEMENTAR
Os resultados de busca não contêm informações específicas sobre a preferência de Silvio Costa Filho por Tomé de Franca, secretário-executivo, como seu sucessor[1][2][3][4]. Embora exista uma referência a um vídeo com o título “Saiba qual é a preferência de Silvio Costa Filho para assumir Portos e Aeroportos”[7], o conteúdo detalhado não está disponível nos resultados.
O que se confirma é que **Costa Filho já tem um nome em mente** para sucedê-lo e pretende apresentá-lo ao presidente Lula “no momento certo”[1]. O ministro enfatizou que, embora ele e seu partido possam sugerir nomes, **a decisão final compete exclusivamente ao presidente**[1][4].
**Cronograma confirmado:**
– Saída do ministério: até abril de 2026[1]
– Reunião com Lula: 14 de janeiro (já realizada)[1]
– Leilão do Aeroporto do Galeão: 30 de março[8]
**Contexto amplo:**
A saída de Costa Filho integra uma reforma ministerial maior,