## 8 de janeiro: poderes estremecidos no ato pela democracia
O Brasil chega ao terceiro aniversário dos ataques de 8 de janeiro em meio a um novo ciclo de embates políticos e institucionais. No centro da disputa está o Projeto de Lei da Dosimetria, aprovado pel
1. **Resumo dos fatos principais**: No terceiro aniversário dos ataques de 8 de janeiro de 2023, quando extremistas invadiram as sedes dos Três Poderes em Brasília, o Brasil enfrenta novos embates políticos e institucionais. O Projeto de Lei da Dosimetria, que busca ajustar penas relacionadas aos envolvidos nos atos, foi aprovado e está no centro das disputas, intensificando tensões entre os poderes da República. Um ato em defesa da democracia marca a data, destacando a fragilidade das instituições e a polarização política.
2. **Atores/pessoas envolvidas**:
– Representantes dos Três Poderes (Executivo, Legislativo e Judiciário), incluindo o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, parlamentares e ministros do STF.
– Grupos políticos e sociais que defendem a democracia e organizam o ato comemorativo.
– Parlamentares e setores da oposição que debatem o Projeto de Lei da Dosimetria.
3. **Contexto histórico relevante**: Os ataques de 8 de janeiro de 2023 representaram uma tentativa de desestabilização da democracia brasileira, com invasões ao Palácio do Planalto, Congresso Nacional e STF por apoiadores do ex-presidente Jair Bolsonaro, inconformados com o resultado das eleições de 2022.
4. **Impacto potencial**: As tensões em torno do Projeto de Lei da Dosimetria e os embates institucionais podem aprofundar a polarização política no Brasil, dificultando a coesão necessária para a estabilidade democrática.
## ANÁLISE COMPLEMENTAR
## Complementação de Informações
**Dados e Estatísticas**
O STF já condenou **835 pessoas** pelos atos de 8 de janeiro[8]. O PL da Dosimetria beneficiaria especialmente o “núcleo crucial” da trama golpista, incluindo o ex-presidente Jair Bolsonaro e generais das Forças Armadas[3].
**Perspectivas Diferentes**
O governo defende que os condenados “tiveram amplo direito de defesa” e foram “julgados com transparência e imparcialidade”[2]. A oposição argumenta que o projeto é necessário para calibrar as penas de forma mais proporcional[5]. Já parlamentares de direita protocolaram novo projeto de **anistia geral** para condenados por motivação política ou eleitoral[6].
**Próximos Passos**
O veto de Lula retorna ao Congresso, que pode derrubá-lo com **257 votos de deputados e 41 de senadores**[3]. Simultaneamente, o STF analisa ações que questionam a tramitação do projeto no Senado, podendo suspender seu andamento[3]. Se aprovado apesar