## INTRODUÇÃO
Às vezes, é um pano retirado de um altar de igreja. Noutras, um conteúdo sai do ar. Em alguns casos, instituições se posicionam, órgãos públicos abrem investigações ou debates ganham força na sociedade. Independentemente do tamanho do impacto, para a Repórter Brasil isso confirma o poder do jornalismo investigativo em transformar o país em 2025.[2]
## DESENVOLVIMENTO
Em 2025, a Repórter Brasil catalisou mudanças concretas com reportagens que expuseram violações ambientais e sociais. Uma investigação sobre escavadeiras em garimpos ilegais, iniciada em 2021, continuou gerando repercussão, enquanto outra, em fevereiro, levou ambientalistas a pressionarem o time de rugby Saracens, na Inglaterra, por laços com a patrocinadora StoneX.[2] No Rio Grande do Sul, apurações sobre impactos de projetos de infraestrutura abriram debates no Conselho Estadual de Direitos Humanos durante a Semana do Meio Ambiente, destacando escolhas políticas sobre território e recursos. A reportagem ganhou menção honrosa no prêmio Mosca, do Livre.Jor, por evidenciar danos ambientais periféricos causados por multinacionais.[2]
No segundo semestre, os impactos se intensificaram. Em setembro e outubro, denúncias sobre a nomeação de um familiar do senador Zequinha Marinho no DSEI Kayapó resultaram na exoneração de Casemiro Marinho após pressão de lideranças indígenas, como o cacique Raoni.[2] Um levantamento sobre 567 blocos de petróleo e gás afetando 320 mil km² de terras indígenas na Amazônia foi incorporado a estudos da Coiab, servindo como ferramenta para ações indígenas. A Repórter Brasil também pioneirizou investigações sobre seguros rurais subsidiados sem monitoramento socioambiental adequado.[2][4]
Outros destaques incluíram pressões que fizeram a Prefeitura de SP desistir de fechar abrigo para refugiados e dossiês sobre trabalho escravo e migração internacional, reforçando o foco histórico em direitos humanos, meio ambiente e trabalho escravo.[4]
## ANÁLISE
Esses impactos demonstram como o jornalismo investigativo da Repórter Brasil transcende a denúncia, convertendo dados em ações institucionais e debates públicos. Ao expor ciclos de exclusão, como na mineração de lítio na Amazônia afetando áreas protegidas e comunidades tradicionais, o veículo pressiona políticas e conscientiza a sociedade sobre custos socioambientais da transição energética e expansão agropecuária.[2][6] Isso reforça a credibilidade de uma organização independente, moldando agendas públicas em um ano de desafios globais.
## CONCLUSÃO
Em 2025, a Repórter Brasil gerou remoções de conteúdos, exonerações, debates e ferramentas para ativismo, provando o jornalismo como motor de mudança.[2][4] Para 2026, o legado sugere continuidade em influenciar políticas, com olhos em eleições e crises ambientais, ampliando o impacto social no Brasil.[2]
## ANÁLISE COMPLEMENTAR
**Repórter Brasil em 2025**: Investigou trabalho escravo/infantil, desmatamento ilegal, mineração e abusos ambientais, gerando impactos como remoção de pano de altar em igreja, conteúdos retirados do ar, investigações públicas e debates[1][3].
**Dados/estatísticas**: Reportagens revelaram 567 blocos de petróleo/gás afetando 320 mil km² de terras indígenas (equivalente ao Maranhão); denúncias de violência ao Ligue 180 subiram 33%; mercado de seguros rurais expandiu na América Latina[3][6][7].
**Perspectivas diferentes**: Repórter Brasil destaca vitórias contra retrocessos ambientais (ex.: exoneração de nomeado no DSEI Kayapó); Observatório da Imprensa critica neutralidade jornalística na crise climática, defendendo enquadramentos profundos[3][5].
**Próximos passos**: Seguro rural subsidiado exigirá critérios socioambientais em 2026; foco em eleições 2026 para minerais críticos, agrotóxicos e licenciamento[1][7]. (148 palavras)