## INTRODUÇÃO
A B3 anunciou a nova carteira do Índice Carbono Eficiente (ICO2 B3) para 2026, expandindo para 65 companhias – quatro a mais que no ciclo anterior –, sinalizando avanços significativos na gestão climática das empresas listadas em bolsa. Divulgada em 5 de janeiro, a seleção reflete melhorias na eficiência de emissões e na adoção de práticas sustentáveis, com 75% das empresas remanescentes reduzindo a intensidade de carbono em relação à receita[1][3][5].
## DESENVOLVIMENTO
Criado em 2010, o ICO2 B3 incentiva a redução de gases de efeito estufa (GEE) e a transparência na divulgação de dados climáticos entre companhias listadas. A carteira 2026, em vigor desde 5 de janeiro, analisou 94 empresas, selecionando 65 com base em 10 critérios de gestão e eficiência. Destaques incluem 26% das remanescentes ampliando práticas adotadas e 14 empresas cumprindo integralmente os requisitos, como Banco do Brasil, Itaú Unibanco, Bradesco, Santander, Engie Brasil e Vivo[3][5].
O setor de Previdência e Seguros liderou com queda de 62% no coeficiente de emissão por receita. As 10 melhores em eficiência são B3, Banco ABC, Banco do Brasil, Banrisul, Bradesco, Gafisa, Itaú Unibanco, Santander, Tim e Vivo. Empresas como 3tentos e MBRF celebraram a inclusão, destacando investimentos em biocombustíveis, ILPF e energias renováveis[1][4][5][6].
Virginia Nicolau, superintendente de Sustentabilidade da B3, enfatiza que o índice alia sustentabilidade a crescimento econômico, reforçando o mercado de capitais como indutor da transição para baixa emissão de carbono[4][5].
## ANÁLISE
Essa ampliação do ICO2 B3 demonstra maturação do setor corporativo brasileiro em ESG, com foco em eficiência climática e transparência. Reduções como os 75% em intensidade de carbono indicam integração de riscos climáticos às estratégias, atraindo investidores globais sensíveis a sustentabilidade. No entanto, persistem desafios para setores intensivos em emissões, impulsionando inovação e competitividade em uma economia de baixo carbono[3][5].
## CONCLUSÃO
A carteira ICO2 B3 2026 consolida avanços na eficiência climática, com 65 empresas pioneiras. Perspectivas apontam para maior adesão e impacto na transição energética brasileira, guiando investimentos sustentáveis[1][5].
## ANÁLISE COMPLEMENTAR
**B3 amplia Índice Carbono Eficiente (ICO2) para 2026**, com **65 empresas** (aumento de 4 em relação a 2025), refletindo avanços pós-COP30.[1][2][4]
**Dados/estatísticas**: 75% das empresas remanescentes reduziram intensidade de carbono (emissões GEE/receita); setor Previdência/Seguros caiu **62%**; 26% ampliaram práticas de gestão; 14 cumprem 100% dos 10 critérios (ex.: Itaú, Bradesco, Natura); top 10 eficiência: B3, Banco ABC, BB, Banrisul.[1][2][4]
**Perspectivas diferentes**: Positiva, como indutor ESG e transição baixa carbono (B3/BNDES); setoriais variam, com seguros liderando, mas agro/alimentos (ex.: 3tentos, MBRF) avançam via SBTi e Acordo de Paris.[3][5]
**Próximos passos**: Carteira em vigor desde 05/01/2026; foco em mensuração contínua, metas Net Zero e integração riscos climáticos para investidores.[1]