## INTRODUÇÃO
O governo Lula 3 avança para 2026 com números econômicos impressionantes: inflação controlada em 4,4%, desemprego na menor taxa histórica de 5,2%, queda da pobreza para 23,1% e recuperação da credibilidade internacional via G20 e BRICS[2][1][5]. No entanto, persiste o paradoxo de baixa adesão popular em meio a uma disputa política feroz, com críticas ao déficit fiscal e exceções ao arcabouço orçamentário[3][6]. Apesar de otimismo crescente – 69% dos brasileiros veem 2026 como ano positivo[2] –, o terceiro mandato de Lula enfrenta insatisfação que contrasta com os avanços sociais e econômicos[1][2].
## DESENVOLVIMENTO
Em três anos, o governo reconstruiu políticas sociais robustas, como Bolsa Família, Minha Casa Minha Vida, PAC e Mais Médicos, reduzindo fome – o Brasil saiu do Mapa da Fome da ONU – e elevando a renda média em 10% reais[2][4]. Economicamente, o resultado primário é 70% menor que no governo Bolsonaro, com massa salarial em alta e investimentos diretos de US$ 84,2 bilhões em 2025[1][5]. Lula destaca o “ano da entrega e da verdade”, comparando a “terra arrasada” herdada em 2023 a um cenário “amplamente favorável” hoje[4].
Críticas oposicionistas apontam o maior déficit nominal desde o Plano Real, em torno de 9% do PIB, com R$ 147,7 bilhões em exceções fiscais previstas para 2026, superando gestões anteriores[3][6]. Apesar do cumprimento de metas primárias em 2024, o descuido fiscal eleva juros e pressiona contas públicas[3]. Lula rebate, enfatizando menor inflação acumulada e desigualdade histórica baixa[1][2].
## ANÁLISE
Esse paradoxo reflete polarização: bons indicadores sociais e econômicos não convertem em ampla adesão devido a narrativas oposicionistas sobre finanças e disputas eleitorais[2][3][7]. A insatisfação popular, apesar do otimismo Datafolha, sinaliza necessidade de “entregas na ponta” para reconquistar confiança, especialmente com Lula favorito à reeleição[2][4][7]. Sem equilíbrio fiscal percebido, riscos à estabilidade crescem em ano eleitoral[1][6].
## CONCLUSÃO
Lula 3 consolida avanços, mas baixa popularidade e críticas fiscais acirram 2026[1][2][3]. Perspectivas dependem de intensificar políticas e comunicação para transformar números em apoio, definindo legado em meio a eleições[4][7].
## ANÁLISE COMPLEMENTAR
**Dados relevantes:** Desemprego médio de 6,4% (menor desde 2012), rendimento médio subiu 9,7% para R$ 3.507, inflação quadrianual projetada em 19,7% (recorde histórico), 8,7 mi saíram da pobreza e 3,1 mi da extrema; classe média cresceu 17,9% para 38,6 mi[1][2][3][5].
**Perspectivas diferentes:** Avanços econômicos e sociais (educação: 5,6 mi no Pé-de-Meia; saúde: 14 mi cirurgias SUS) contrastam com críticas: inflação de serviços em 6% ameaça descolar, gastos extras >R$ 300 bi fora da meta fiscal, falha na reindustrialização (crescimento via agro/serviços)[2][4][6][3].
**Próximos passos:** Desaceleração PIB para 1,8% em 2025, desemprego subindo no 2º semestre, inflação >6%; foco em equilíbrio fiscal, investimentos PAC (R$ 818 bi executados) e renda >R$ 3.700 com isenção IR até R$ 5 mil; el